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Espaço disponível para que todos possam "chegar junto" com textos, fotos, artigos, links...
18 novembro 2009
A Magia de Mário Quintana
Sábias agudezas... refinamentos...
- não!
Nada disso encontrarás aqui.
Um poema não é para te distraíres
como com essas imagens mutantes de caleidoscópios.
Um poema não é quando te deténs para apreciar um detalhe
Um poema não é também quando paras no fim,
porque um verdadeiro poema continua sempre...
Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte
não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras.
Mario Quintana
17 novembro 2009
Queria que você estivesse aqui - Pink Floyd (clique aqui)

TESTE
Pergunta que não me sai da cabeça:
Quem souber responder....
PEDAGOGIA - Entrevista Mario Sergio Cortella - O professor comenta a federalização do ensino, a progressão continuada, piso salarial, formação...
16 novembro 2009
PÔR-DO-SOL (Clique aqui)

http://www.youtube.com/watch?v=LMbaAXfRgsY
15 novembro 2009
CIDADE VIVA (Clique aqui)

Clique sobre a imagem para ampliá-la (foto ney).
Eu gostaria de saber dizer assim com beleza e poesia, como diz a Virginia Schall de sua CIDADE VIVA, nesse belo poema premiado. Clique no TÍTULO ACIMA, ou aqui...
http://www.revista.agulha.nom.br/1vschall01.html
Encerrando o domingo com Fernando Pessoa
Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
Uma pitadinha de bom humor
PAI - escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é filha do Bill Gates...
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.
Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates.
PAI - Bill, eu tenho o marido para a sua filha!
BILL GATES - Mas a minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.
Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial.
PAI - Sr. Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!
Vamos soltar os bichos...
por Haylton Farias
Tenho notado que nós, seres humanos, não podemos soltar os bichos...em todos os sentidos. No sentido literal, todo animal deve ficar preso, no mínimo acorrentado ou solto num espaço limitado, controlado.
Principalmente os selvagens, os não civilizados. E no sentido simbólico, nós, os civilizados, temos que manter os nossos bichos presos, sob controle.
Nós dizemos que o homem é um animal racional.
Porém achamos que somos “seres” racionais, negando o animal, e que controlamos a nossa animalidade com a nossa racionalidade.O estado animal de ser é algo que o homem, pelo menos o ocidental, ainda não experimentou em todo seu processo, com consciência e responsabilidade. Ele pulou esse pedaço de sua história, de seu desenvolvimento. È um estado reprimido, pouco conhecido no homem, que se julga, por sua linhagem divina, um ser para além da natureza. Separado da natureza. Não divino, que seria muita pretensão, mas quase. Um semideus, filho do Deus na terra.
É como se o homem tivesse pulado um estágio de desenvolvimento no seu processo de se tornar humano. Isso precisa ser recuperado, para que ele possa se tornar verdadeiramente “humano”. Precisamos soltar os bichos para que possamos aprender a nos relacionarmos com eles.
Soltar os bichos é bem diferente de deixá-los escapar de nosso controle. Daí que de tempos em tempos o animalesco surge em nós, como vindo de um lugar inimaginável por nós seres superiores. “É um animal, um cavalo, um burro, um selvagem para fazer tal coisa”; julgamos a atitude alheia de um lugar superior que despreza esse lugar inferior. E como superiores fazemos de tudo para ignorar o animalesco que há em nós.
Rejeitando nos outros esse estado inferior de ser.O Animal reprimido se torna animalesco, raivoso, rejeitado, desamado, vingativo. O animal amado, aceito, acolhido é confiável, dócil e afetuoso (Ex: tigres, tubarões, cachorros e cavalos).
O problema não está no animal, mas na relação que estabelecemos com ele. Soltar os bichos é se propor a viver uma nova relação eles. Conviver e não dominar, respeitar e não controlar, co-operar na natureza.
Que relação é esta que temos com nossa animalidade, nossa “anima”, aquilo que nos anima, que nos movimenta, que nos dá ânimo de viver, com nossa alma, enfim, que relação é esta que estabelecemos com a vida? Para quê negamos nossas emoções, aquilo que nos movimenta, nos anima e que pertence a todos os mamíferos.
Quando nos dizemos seres racionais, estamos negando nossas emoções, nossa animalidade, nossa alma e quando nossa racionalidade age de maneira irracional, colocamos a culpa na natureza, à qual dizemos não pertencer.
Viver na terra é um castigo, para entes superiores como nós. Perdemos o Paraíso.
Não é à toa que ao negarmos a vida na terra em nome de uma no céu, negamos a possibilidade de transformar essa vida num paraíso, assim como o paraíso em que os animais vivem, para ficarmos esperando um paraíso imaginário. Transformamos a vida que vivemos num inferno, almejamos o céu e perdemos a terra, pois viver negando a própria vida, cuspindo no prato em que se come, faz com que tudo fique mais amargo e com o mesmo gosto.
Vamos Soltar os Bichos!
E aprender a conviver com as nossas emoções, assumindo-as, nos dando conta delas e, juntos, irmos nos humanizando. Talvez seja essa a ecologia mais necessária no momento, a das nossas mentes, conceitos, crenças, princípios e valores. A mudança da relação conosco mesmo, para mudarmos nossa relação com o outro e com o mundo. Somente dessa maneira poderíamos nos identificar com as tartarugas, as baleias, as árvores e entendermos a necessidade de preservá-las.
Perdê-las é como perder um pedaço de si mesmo, só que não nos damos conta, pela ilusão de separação e superioridade. Julgamos a nossa racionalidade como a supremacia da inteligência. Nos pensamos como os seres mais inteligentes da natureza.
Pois bem, dizem que uma vez fizeram uma disputa entre os animais para saber quem era o mais inteligente. Ficaram para a final os golfinhos e os homens, indignados com a comparação e o status de animal. Argumentaram então que tinham inventado a roda, a pólvora, o dinheiro, a eletricidade, os motores a vapor e a diesel, armas nucleares, os computadores de última geração, enfim, toda uma cultura e que por isso deveriam ser considerados os mais inteligentes. Os golfinhos então responderam sorrindo que eles se consideravam os mais inteligentes porque eles exatamente não tinham feito nada disso.
Quem sabe, soltando o bicho que há em nós, nos colocando mais próximos da natureza, da nossa própria natureza, possamos experimentar um pouco do paraíso em que eles vivem.
Para isso estamos aqui.
Para que vivemos a vida? Para que um tigre vive a vida? Para que uma borboleta vive? Uma rosa, uma orquídea?
Por acaso um rosa ou uma orquídea nasce para ser a melhor das rosas ou orquídeas no ranking da natureza?
Para ser a primeira das rosas ou orquídeas no mercado de flores do universo?
Para que nasce uma orquídea? Um tigre? Uma borboleta?
Para que você nasceu?
Então...vamos soltar os bichos, aproveitar o paraíso e tornarmo-nos mais humanos.
14 novembro 2009
CHEGOU JUNTO O VERÃO, QUENTÃO, DOURADÃO...

HORA DO RECREIO

Sempre gostei da hora do recreio, e agora na velhice ela ficou maior, o dia cresce na aposentadoria. E se dá vontade de trabalhar, a gente senta num canto quietinho e espera a vontade passar (rs).
13 novembro 2009
A descoberta do Mundo
12 novembro 2009
TROCA DE EMAILS
Escrevo por volta de 2 da manhã dessa histórica quarta-feira, 11 de dezembro. Ou da histórica terça, 10 do idem.
O Brasil, de repente, ficou escuro às 10 da noite. Ninguém mais viu a Globo, os computadores calaram-se, o banheiro ficou sem luz.
Bom, eu sou velho, desconfiei na hora e já arrebatei meu radinho de pilha. Como em 1999. Na mesma Jovem Pan de S. Paulo.
De repente, o apagão. Todo mundo sem calças, de supetão.
Coitados dos culpados – e eles existem.
Só quero, com humor, antever o que vai sair amanhã – nosjhornais, na tv, etc, etc , antes de qualquer apuração técinica do que aconteceu. Deve ser mais ou menos assim:
""O maior apagão do século"
" Black-out para o país por cerca de três horas"
" Incompetência ou acidente? O país parou "
" Concentração indevida de energia em Itaipu para o Brasil "
" A maior cidade da América Latina parou por culpa do Ministério das Energias "
" Apagão sem explicação provoca o caos no Sudeste e Dilma pode não ser eleita"
" Fernando Henrique vai voltar ao poder"
" Lula descarta apagão e sente saudades de Dilma nas Minas e Energias"
" Apagão comprova que o país nã está preparado para os Jogos Olímpicos "
" Prefeito de Confins-de-Dentro(SP) decreta calamidade pública durante a madrugada "
" Membros de seita cabalística dizem que a numerologia é tudo: 1999-2009. O próximo apagão será em 2019, e aí o mundo vai acabar"
" Microsoft lança o Windows Power Black – à prova de apagões "
" Sabotagem ou incompetência? – o mundo vai ser da China "
" Apagão desgovernado atinge até o Paraguai – mas lá ninguém deu falta "
" Blecaute era um bom cantor dos anos 50, agora é nome da incompetência de Itaipu"
" Edson Lobão não se explica -- Sarney também não, Collor se esconde "
" Classe média descobre que durante o apagão vai
Pagar menos energia"
" Lula apagou o Brasil "
Voltaire, se vivo, perguntaria: o que é um mundo sem luzes?
Restaram algumas preocupações:
1 - O prejuízo da Globo - O que que ela vai fazer com os programas que foram produzidos e ninguém viu?
2 - Está faltando água pra tomar banho na casa da Miriam Leitão (dito por ela na CBN hoje). Tem gente que não tem água em casa durante todo o ano e quer saber mais, desde quando os suínos gostam de tomar banho?
Um grande abraço para vocês.
PESCADOR SOLITÁRIO.
11 novembro 2009
Reflexões de Fernando Pessoa
Quem quer que seja de algum modo um poeta sabe muito bem quão mais fácil é escrever um bom poema (se os bons poemas se acham ao alcance do homem) a respeito de uma mulher que lhe interessa muito do que a respeito de uma mulher pela qual está profundamente apaixonado. A melhor espécie de poema de amor é, em geral, escrita a respeito de uma mulher abstrata.
Uma grande emoção é por demais egoísta; absorve em si própria todo o sangue do espírito, e a congestão deixa as mãos demasiado frias para escrever. Três espécies de emoções produzem grande poesia - emoções fortes e profundas ao serem lembradas muito tempo depois; e emoções falsas, isto é, emoções sentidas no intelecto. Não a insinceridade, mas sim, uma sinceridade traduzida, é a base de toda a arte.
ESCURIDÃO
PÔR-DO-SOL (clique aqui para o vídeo)


É diáfano o crepúsculo. Parece de brilhante cristal, e abre no céu uma ágata de luz e é como um véu em que o ar azul da tarde desfalece.
Em âmbares cloróticos decresce o pôr-do-sol; a as nuvens, longe, ao léu, são flores de um fantástico vergel, quando uma estrela, pálida, aparece.
As aves lentamente se recolhem; a sombra avança, e entre purpuras, erma a noite - as mãos da noite estrelas colhem...
Deixo que meu espirito adormeça e penso em teu olhar que canta a emberça, teus olhos tristes de esmeralda enferma. ( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou" Vol. IV - 1a edição 1965)
ESCURIDÃO

10 novembro 2009
Amigos chegando junto
Chegamos junto com 100 seguidores/amigos, em nosso Blog.
Com muito carinho oferecemos este selo a todos os que nos visitam.
Agradecemos vossa simpática presença, quase diária chegando junto nesse espaço da blogosfera.
Sem vocês este número jamais seria alcançado!
O nosso muito obrigado a todos!
Voltem sempre...
Grupo Chega Junto.
09 novembro 2009
O turista e o peregrino

O mundo em que vivemos afeta profundamente a maneira de ser e de viver de cada um de nós e nem sempre nos damos conta disso. As decisões que tomamos diariamente, as escolhas que fazemos, as interpretações que damos aos acontecimentos são influenciadas pelo contexto social e cultural.
Isso quer dizer que os estilos de vida que adotamos também estão marcados pela maneira como o mundo se constitui.
As metáforas ajudam a compreender melhor as transformações que ocorreram e que estão em curso no nosso modo de viver. Zygmunt Bauman, pensador contemporâneo, construiu uma que ajuda a dar sentido e a interpretar a diferença entre o modo de estar no mundo décadas atrás e agora. Para isso, ele contrapõe as imagens do peregrino e do turista.
O peregrino, figura característica de um mundo em extinção, é quem escolhe viajar em busca de algo para melhorar ou dar sentido à sua vida. Em sua árdua e longa jornada, que não tem prazo para terminar, ele não tem pressa e seu trajeto importa mais do que sua chegada, que ele não sabe quando nem onde ocorrerá.
Já o turista -figura marcante dos tempos atuais- viaja por diversão e com data marcada para voltar, escolhe seu destino por curiosidade ou influência do mercado de consumo do lazer e seu trajeto é apenas o modo de chegar a seu destino. Qualquer contratempo nos planos do turista é vivido de forma dramática. Vou usar essa metáfora para compreender um pouco as mudanças dos papéis de mãe e de pai na atualidade.
Hoje, mal um filho nasce e os pais já se preocupam com o fim de sua jornada, que equivale a entregar o filho ao mundo para que ele viva por conta própria e com autonomia. Desse modo, pais de crianças muito pequenas procuram escolas que as preparem para o vestibular e o Enem, enchem seus filhos de atividades que os ajudem a enfrentar o futuro mercado de trabalho, programam com antecedência e em pormenores sua vida para realizar tudo o que planejaram para o filho.
Pais de crianças que resistem -por seu modo de ser- a tais planos frustram-se, sentem-se fracassados, usam de muitos artifícios para tentar resgatar o caminho originalmente traçado ou desistem precocemente de sua viagem. Preparar o filho para o futuro tornou-se, por força das pressões externas, missão mais importante do que conhecer e ouvir o filho, estar com ele, construir um vínculo afetivo. Essa imagem é muito parecida com a do turista, não?
Há pais que não pensam no fim de sua jornada a não ser quando constatam que ela terminou. Sabem que seu trajeto será longo e árduo, não têm pressa, encaram as vicissitudes como parte da caminhada, ligam-se mais ao filho que têm do que àquele que ele será. Esse modo de se relacionar com a paternidade tem mais relação com a imagem do peregrino, portanto.
É possível escolher ser mais peregrino na vida com os filhos do que turista, mesmo com as influências que sofremos. Para isso, entretanto, é preciso refletir e resistir a muitas pressões do mundo em que vivemos.
Retirado do blog da Rosely Sayão.
AS CIDADES (clique aqui)
Já vi bons filmes nesse contexto, sempre fui um amante do cinema, em seus muitos gêneros, mas há momentos na vida que nos identificamos mais com o que possa ser essência, nos trazer um aprendizado, fazer refletir, reorganizar os sentimentos com harmonia, amadurecimento, ver um pouco do nosso caminhar nesses enredos de vida e amor.
A vida é assim, um eterno aprender, o encanto da infância, a aventura da juventude, a razão, a realização, sobrevivência. Vivi um tempo do brincar nas ruas, namorar, logo estava prestando 1 ano de serviço militar, cursando a universidade, e durante 5 anos fui viver sozinho numa IMENSA cidade, longe da família. Casei, vieram os filhos, os netos dois já são adolescentes.
É bom ver um trabalho assim artístico que valoriza a vida, o amor, que vem com alma, criatividade, música, poesia, e quer o melhor para a sociedade. Pois o que temos visto são produções pobres, violentas, buscando audiência a qualquer custo.
Essa boa música já vem desde MADREDEUS, e se alonga agora em novos horizontes. Veja também essa bela reportagem em http://www.youtube.com/watch?v=AraEF1SPEcg
Veja outros vídeos no youtube.
SABIÁ (clique aqui)


Clique no TÍTULO acima.
Vou voltar, sei que ainda vou voltar, para o meu lugar, foi lá e é ainda lá, que eu hei de ouvir cantar uma sabiá... Vou deitar à sombra, de um palmeira, que já não há, colher a flor, que já não dá, e algum amor, talvez possa espantar, as noites que eu não queira, e anunciar o dia... Não vai ser em vão, que fiz tantos planos, de me enganar, como fiz enganos, de me encontrar, como fiz estradas, de me perder, fiz de tudo e nada, de te esquecer... Sei que o amor existe, não sou mais triste, e a nova vida já vai chegar, e a solidão vai se acabar.
Quanta música e poesia essa turma nos trouxe, quantas alegrias, levando nossas canções por todo o mundo. ney/
SOBRE POSTS E COMENTÁRIOS - Pedido de informação
08 novembro 2009
FINAIS DE TARDE

Clique nas imagens para ampliá-las (fotos ney) - hoje.
E continuo eu pedalando e clicando nesses finais de tarde. Eu gostava de dizer pôr-do-sol, mas fizeram essa nova reforma e já deixaram as tantas exceções de sempre, então já fiquei em dúvidas com esses hífens e circunflexos. No meu tempo de criança chamávamos tardinha, era a hora do jogo de bola da turma da esquina, passava um carro ou outro, e todas as ruas podiam ser campos de futebol, além dos inúmeros terrenos baldios.
O pedalar a bicicleta agora virou "mobilicidade urbana", as tais bicicletas de aluguel, e criou-se mais uma burocracia, e quase que se dá um nó na língua para falar essa palavra. Logo vão dar um jeito de cobrar estacionamento, pedágio etc. Então vou harmonizando com essas belezas das tardinhas, hora que quase sempre sopra uma agradável brisa do mar, as aves aproveitam para os seus últimos vôos. Hoje pousou um pássaro nessa luminária ai da foto, estava ele admirando a paisagem. E aproveito para postar alguns belos textos poéticos:
"Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que,
a qualquer momento, ele pode voar”. Rubem Alves. "O pássaro é livre na prisão do ar. O espírito é livre na prisão do corpo". Carlos Drumond de Andrade. "[...]perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar! Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas! De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha..." Fernando Pessoa. "Leve é o pássaro: e a sua sombra voante, mais leve... E a cascata aérea de sua garaganta, mais leve... E o que se lembra, ouvindo-se deslizar seu canto, mais leve... E o desejo rápido desse mais antigo instante, mais leve... E a fuga invisível do amargo passante, mais leve. Cecília Meireles.
07 novembro 2009
CHEGANDO JUNTO (clique aqui)
Pois é, ainda ontem falávamos dos professores motivarem os alunos, como você disse no seu post sobre sua aula. Então lembrei de um professor de Descritiva que no quadro tentava nos mostrar o "o ponto de fuga". Nas suas projeções usava o quadro todo, ia pela parede, andava pela sala, ficava motivado a nos mostrar a realidade tridimensional (e conseguia). O de Física mostrava em detalhes todas as forças atuando num corpo, parado e em movimento (estática, cinemática e dinâmica), não sem antes ter feito uma revisão de matemática. O de Geometria levava poliedros, volumes que nos permitiam ter a visão espacial. O de Sociologia, já na faculdade de Economia, nos fazia entender que nos futuros passeios não íamos olhar somente a paisagem, mas toda a realidade econômica e social a sua volta. Essa visão maior, global, mágica, será sempre melhor, a própria retina humana é considerada uma superfície tridimensional.
Quanto mais vemos mais evoluimos, vibramos, abre-se um horizonte que já está a nossa frente, apenas não conseguíamos vê-lo.
Nelson Mandela: " Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes. Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta. Nos perguntamos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?" Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?...Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você. E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo".
Essa visão maior nos permitirá entender, inclusive, que somos humanos e limitados, e precisamos nos entender e chegar juntos: VEJA O VÍDEO CLICANDO NO TÍTULO ACIMA.
06 novembro 2009
COINCIDÊNCIA ?



Pois é, ainda bem que não sou supersticioso. Mas que estranho! 1- Eu bati a primeira foto apoiando a máquina na beira do latão de lixo, pegando o coco que estava por cima, ainda com o canudo do usuário. Estando o coco bem próximo, ficou sem foco a paisagem ao fundo, certo?
Uma aula de sexta-feira à tarde...
Sempre uso o lúdico nas minhas atividades com as crianças. Acredito que ao brincar a aprendizagem aconteça de maneira mais agradável.
Hoje resolvi fazer uma brincadeira “diferente” com meus alunos. Eles quiseram brincar de “escolinha” dentro da sala de aula. Achei que ia virar a maior bagunça, mas resolvi aceitar o desafio. Eles escolheram quem seria a professora, qual seria a disposição das carteiras e quais materiais seriam utilizados.
No início foi a maior confusão, todos queriam dar sua opinião e falavam alto. A “professora” soube impor-se com “autoridade” e os demais alunos colaboraram na organização da sala.
Eles conseguiram mostrar-me exatamente como sou em sala de aula. Eles imitaram todos os meus gestos, minhas palavras e meu jeitão alegre de ser. Confesso que foi um dos mágicos momentos em sala de aula, pois pude refletir em alguns erros que cometo e não havia percebido. Sem contar, é claro, que a “aula” deles foi a de Matemática. A atividade foi a de recorte e colagem para entender a multiplicação, aula que eu havia dado durante a semana. Eu os auxiliei no que foi necessário, mas o cenário foi deles
O que mais me chamou a tenção, foi o fato deles participarem da atividade de forma tranqüila, mesmo com o intenso calor e por ser sexta feira.
Atualmente, as crianças vão perdendo o “espaço” de brincar que cada vez mais está afastando-se do seu cotidiano e ainda recebem estímulos para que, desde cedo, integrem se ao chamado mundo adulto.
Acredito que há necessidade de se ir além dos exercícios de lápis e papel, desprezando ou negligenciando o brincar. É muito importante resgatar o lúdico no processo ensino aprendizagem, para tanto é necessário que o professor reflita e reveja regularmente a sua práxis.
“Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem”.
Carlos Drummond de Andrade
RIO... Mar, lagoas, ilhas, montanhas, cachoeiras

Na foto eu e minha mulher.
05 novembro 2009
NA MINHA JANELA (clique aqui para a poesia)
VERÃO CHEGANDO
CHEGANDO JUNTO COM A MINHA CIDADE


Carioca da gema, ontem foi um dia de chegar junto com a minha cidade, dar um passeio pelo Rio de Janeiro. São essas nossas identidades, raízes, tudo tem um significado, referências que nos dizem a alma.
04 novembro 2009
Reflexões de Fernando Pessoa
Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a morte! O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu! Tu és os nossos corpos e as nossas almas e o nosso amor és tu também. Onde nada está tu habitas e onde tudo está - (o teu templo) - eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não haja lama nas estradas dos meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos. Faze com que eu saiba amar os outros como irmãos e servir-te como a um pai.
[...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar. Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim; e torna-me puro como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te. Senhor, protege-me e ampara-me. Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim.
03 novembro 2009
Amai-vos...
mas não façais do amor um grilhão.
Que haja, antes, um mar ondulante
entre as praias de vossa alma.
Enchei a taça um do outro,
mas não bebais da mesma taça.
Dai do vosso pão um ao outro,
mas não comais do mesmo pedaço.
Cantai e dançai juntos,
e sede alegres,
mas deixai
cada um de vós estar sozinho.
Assim como as cordas da lira
são separadas e,
no entanto,
vibram na mesma harmonia.
Dai vosso coração,
mas não o confieis à guarda um do outro.
Pois somente a mão da Vida
pode conter vosso coração.
E vivei juntos,
mas não vos aconchegueis demasiadamente.
Pois as colunas do templo
erguem-se separadamente.
E o carvalho e o cipreste
não crescem à sombra um do outro.
Gibran Kahlil Gibran -
02 novembro 2009
LUZES, CORES E GAIVOTAS NESTE FINAL DE TARDE (clique aqui para o vídeo)

CLICK, CLICK, CLICK...

PENSAMENTO/REFLEXÃO
Alma e Realidade - Duas Paisagens Sobrepostas.
1 - Em todo o momento de actividade mental acontece em nós um duplo fenómeno de percepção: ao mesmo tempo que tempos consciência de um estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção.
2 - Todo o estado de alma é uma passagem. Isto é, todo o estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem. Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria um dia de sol no nosso espírito. E - mesmo que se não queira admitir que todo o estado de alma é uma paisagem - pode ao menos admitir-se que todo o estado de alma se pode representar por uma paisagem. Se eu disser "Há sol nos meus pensamentos", ninguém compreenderá que os meus pensamentos são tristes.
3 - Assim, tendo nós, ao mesmo tempo, consciência do exterior e do nosso espírito, e sendo o nosso espírito uma paisagem, tempos ao mesmo tempo consciência de duas paisagens. Ora, essas paisagens fundem-se, interpenetram-se, de modo que o nosso estado de alma, seja ele qual for, sofre um pouco da paisagem que estamos vendo - num dia de sol uma alma triste não pode estar tão triste como num dia de chuva - e, também, a paisagem exterior sofre do nosso estado de alma - é de todos os tempos dizer-se, sobretudo em verso, coisas como que «na ausência da amada o sol não brilha», e outras coisas assim. De maneira que a arte que queira representar bem a realidade terá de a dar através duma representação simultânea da paisagem interior e da paisagem exterior. Resulta que terá de tentar dar uma intersecção de duas paisagens. Têm de ser duas paisagens, mas pode ser - não se querendo admitir que um estado de alma é uma paisagem - que se queira simplesmente interseccionar um estado de alma (puro e simples sentimento) com a paisagem exterior. [...]
Fernando Pessoa, in 'Cancioneiro'
http://www.citador.pt/pensar.php?op=10&refid=200809131200
VEJA também ATRAVESSA ESSA PAISAGEM MEU SONHO: http://www.lovers-poems.com/poesia-fernando-pessoa-atravessa-esta-paisagem.html
PAISAGENS, QUERO-AS COMIGO: http://www.revista.agulha.nom.br/fpessoa262.html
NOSSO CALOPSITA CHEGANDO JUNTO
Clique em PLAY > na imagem acima e veja o vídeo com SOM.
Nosso calopsita dando seu show. Para ver em TELA CHEIA clique no TÍTULO acima ou no endereço que segue:
http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=b9e967175063a3e8&type=video%2Fmp4
01 novembro 2009
QUE SOLDADOS SÃO ESSES QUE FORMAMOS? - Denilson Botelho
17.07.2008
QUE SOLDADOS SÃO ESSES QUE FORMAMOS?
Por Denilson Botelho (*) - denilson@fazendomedia.com
Difícil acrescentar algo de original aos debates sobre o trágico assassinato de um menino de 3 anos numa rua da Tijuca, bairro do Rio de Janeiro em que eu também resido. Estava ouvindo a rádio Bandnews quando Ricardo Boechat ordenou que o repórter franqueasse o microfone ao pai da criança assassinada pela polícia, no momento em que o mesmo tomava conhecimento da morte cerebral de seu filho. Naquele instante, a dor daquele indivíduo era a dor de todos nós e não contive as lágrimas comovido com aquela perda brutal.
Desde então a mídia explora o assunto à exaustão, obscurecendo por vezes até mesmo a reflexão tão necessária em momentos como esse, em que é preciso vencer o luto para continuar sobrevivendo. Talvez uma boa chave de leitura para este episódio esteja numa recente reportagem de Raphael Gomide, da Folha de S. Paulo, publicada em 18 de maio de 2008, no caderno Mais.
A matéria intitulada "PM por dentro" é capaz de explicar – sem jamais justificar, evidentemente – porque policiais militares do Rio de Janeiro fuzilaram um carro com uma mulher e duas crianças, supostamente apostando que combatiam ladrões em fuga pelo bairro. O repórter fez um trabalho minucioso de investigação sobre como se forma um policial nesta cidade. Inscreveu-se num processo de seleção ainda em julho de 2007, passou por todas as etapas e em janeiro de 2008 ingressou na escola de formação de soldados da PM, no bairro de Sulacap.
Gomide permaneceu na condição de recruta ao longo de algumas semanas e assim teve condições de observar detalhadamente como se "constrói" um integrante da PM antes de ir para as ruas portando uma arma. Na verdade o repórter revelou a grande farsa que é esse processo de formação, extremamente precário e que em nada prepara um indivíduo para o exercício de função tão nobre quanto esta.
Ou seja, naquelas páginas foi possível perceber que um policial não passa por nenhum tipo de formação ou treinamento que o qualifique adequadamente. Sua escola ... é a rua! Some-se a isso salários indigentes e um governador que instiga seus policiais a agir como verdadeiros cães de guerra, teremos então mais alguns elementos para compreender as raízes da tragédia em questão.
Vivemos numa sociedade em que os princípios neoliberais estão profundamente disseminados e daí advém a lógica de que cada um pague pelo que quiser ou puder ter. Assim privatizamos ao máximo a saúde, a educação e até mesmo... a segurança pública. Desta forma abandonamos a educação ao sabor dos interesses econômicos tipicamente capitalistas, donde não se espera outra coisa senão extrair lucros. E de que forma é possível lucrar educando e formando policiais? Sai mais barato deixá-los morrer à míngua, sob a mira de armas que jamais poderão usar, completamente despreparados, sobrevivendo na base do "matar ou morrer". E então eles matam até mesmo crianças de 3 anos de idade...
Não existem soluções rápidas para sair do abismo em que mergulhamos. E nele estaremos condenados a perecer caso não sejamos capazes de reconhecer a importância da educação – seja de policiais, seja de quem for – como a principal ferramenta capaz de construir uma nova realidade. O valor do salário que hoje se paga a um policial ou a um professor serve bem para medir o valor de nossas vidas: é quase nada...
É DE CHORAR.....enviado pelo Deputado Estadual Flávio Bolsonaro
23.10.2009
| 17h57m
Reajuste de chorar
Com o reajuste de 5% proposto por Sérgio Cabral a policiais civis, bombeiros e inspetores penitenciários, um soldado da PM, por exemplo, receberá R$ 1,51 a mais por dia. E a penúria não escolhe grau hierárquico, pois para um coronel do BM esse valor chega a R$ 12,27.
O impacto do reajuste a esses profissionais, incluindo as gratificações, é de R$ 60 milhões este ano, e de R$ 296 milhões em 2010, incluindo ativos, inativos e pensionistas, num orçamento previsto de R$ 46 bilhões para o próximo ano. Ou seja, a proposta é investir mais 0,64% do orçamento no principal fator da segurança pública: o recurso humano. Fica evidente que equipamentos e obras valem mais do que remenerar mais, qualificar e valorizar melhor.
Numa tentativa falha de atenuar a insatisfação, o governo cria gratificações de R$ 350, que atingem somente alguns ativos que preencham os vários requisitos previstos nos decretos, condicionados a avaliações periódicas. Na prática, dificuldades logísticas notórias inviabilizariam essas avaliações, e muitos feridos em combate já não poderiam se habilitar a recebê-las. Além disso, ocorreriam inversões hierárquicas fatais na cadeia de comando e, de quebra, somente os soldados continuariam fazendo jus à gratificação federal de R$ 400 do Pronasci, pois os cabos ultrapassariam o teto de R$ 1.700, já descontado o auxílio-moradia, para percepção da mesma, e perderiam o direito.
É válido o incentivo, por intermédio de gratificações, para promover a capacitação e qualificação. Mas não é saudável criá-las no momento em que se discute reajuste salarial, pois o raciocínio deve ser universal e irrestrito. Aumentar vencimentos e soldos é o primeiro passo para atenuar esse quadro. Apresentei emenda ao projeto de lei dos 5% para que seja criada a gratificação de atividade de risco, no valor de mil reais, para todos os ativos, inativos e pensionistas. Seria uma alternativa mais justa, num primeiro momento, mas não o suficiente.
Se o estado pagasse uma remuneração decente a esses profissionais, de maneira a não haver mais a necessidade de buscarem o "bico", seria tranquilamente possível implantar uma jornada de trabalho de 6 ou 8 horas diárias, o que triplicaria o efetivo da PM e da Polícia Civil, nas delegacias e ruas todos os dias. Ou ainda, permitiria que policiais civis fizessem investigações mais céleres e de forma contínua, reduzindo a sensação de impunidade e, por consequência, os índices de criminalidade. Jornada de trabalho diário de 6 a 8 horas só com gratificação, seja de R$ 350,00 ou de R$1000,00, não é cabível se mencionar a comparação, por exemplo, com os vencimentos e remuneraçãoes praticadas à Polícia Federal. É notório que a demanda enfrentada pela PMERJ e pela PCERJ é bem mais complexa tanto pela ótica quantitativa, quanto pela qualitativa, sem falar nos riscos de "vida". O complemento do "bico", ou a corrida pelos estudos para ingressos em outros cargos, é quase questão de sobrivência para o servidor e seus dependentes. É um quadro desumano. Não há como um comandante exigir que seus soldados fiquem de pé, quando não há o que comer. Do outro lado assistimos uma guerrilha que a cada instante se intensifica, enquanto nossos soldados, na linha de combate, estão cada vez mais de mãos atadas, bolsos vazios, com assistência precária, desvalorizados, desmotivados, insatisfeitos. Não há mais condições de cobrar, sem estender algo bem significativo e duradouro. A quem interessa esse quadro?
O governador está conseguindo algo inédito na história do Rio de Janeiro: unir, pela repugnância a sua pessoa, todas as categorias do funcionalismo público.
*Flávio Bolsonaro é deputado estadual pelo PP
SENTIR A PAISAGEM...

De frente para essa Baía da Guanabara vivi a juventude nos ANOS DOURADOS, suas praias, o mergulho do antigo trampolim, clubes, a travessia de todo dia para o trabalho. Nela eu velejava com meu LASER, remava meu caiaque, navegava com meu bote a motor. Lá na entrada da Barra está a Fortaleza Santa Cruz, primeira fortificação iniciada pelos portugueses em 1555 - onde servi o Exército (artilharia de costa). Então são muitas identidades com essa paisagem.
Dia de todos os Santos

No Brasil, assim como em toda a América Latina, o Dia de Todos os Santos não é considerado feriado nacional. Muitas pessoas, porém, vão à Igreja assistir a missas especiais em celebração aos santos. Outras ainda procuram ir aos cemitérios para limpar as sepulturas, levando flores, e deixando-as prontas para o dia seguinte, 2 de novembro, quando é celebrado o Dia de Finados. Os mexicanos celebram a data dessa mesma maneira, a diferença porém, é que os mexicanos chamam a data de Dia dos Santos Inocentes.
Fonte:
http://pessoas.hsw.uol.com.br/dia-de-todos-os-santos.htm
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