21 julho 2009

Professores ficam milionários na Coreia do Sul(clique aqui)

Na Coreia do Sul, onde a população é obcecada pela educação, professores viram celebridades e chegam a ficar milionários.

Os mestres chegam a ganhar até 4 milhões de dólares por ano.
Conheça esses astros no vídeo abaixo:


http://educacao.ig.com.br/noticia/2009/07/16/professores+ficam+milionarios+na+coreia+do+sul+7331975.html

5 comentários:

Dulce disse...

Menina!!! Imaginou como deve ser bom viver num lugar aonde a educação é assim privilegiada?

Se eu fosse professora haveria de querer me mudar para lá... risos...
(Brincadeirinha, viu?)

Imagino que ser professor num lugar assim signifique uma responsabiidade muito maior, e que dele seja exigido um conhecimento real e necessário para quem vai ser responsável pela formação de gerações inteiras, coisa que por aqui parece que não é muito levado a serío. Basta andar pelas escolas das periferias das grandes cidades para ver uma enorme falta de preparo e orientaçao...

Enfim, este assunto não é minha área, então não tenho nada que ficar falando... Você sim, pode opinar sobre isso com conhecimento de causa e competência.
beijos

heli disse...

Que nada, é sua área sim, pois estamos todos inseridos num mesmo contexto em termos de educação como um todo.
Eu concordo contigo que deve ser bom morar num lugar onde a "educação" tem seu lugar de destaque.
Responsabilidades com o conteúdo e com a forma de ensinar devem fazer parte de um processo educativo em qualquer lugar do Planeta, mas as diferenças "culturais" impedem que isso aconteça. Aqui no Brasil nem há como fazer algo com qualidade, pois os professores recebem salários de miséria e as políticas públicas em nada favorecem a melhoria da qualidade na educação.
Somos um país de analfabetos funcionais e não há previsão de mudanças.
Realidade triste, muito triste, mas temos que chegar a um caos ainda maior para que a educação tenha seu lugar de destaque aqui no Brasil.
Uma coisa a se pensar, é que temos um presidente que se gloria do fato de não ter sequer um diploma de primeiro grau.
Será que ele seria eleito na Coréia?

Dulce disse...

Certamente não, porque imagino que lá não deve haver quem não queira estudar nem quem não possa. Imagino que num pais assim o cidadão encontre todas as facilidades para completar sua educação, enquanto por aqui...
Acho que não temos termos de comparação entre um pais e outro porque precisamos, antes de mais nada, dar condições de sobrevida a população. Num pais aonde grassa a miseria, (e a corrupção) o estudo fica sempre para depois. É preciso subsistir...é sempre essa a desculpa, ficando esquecida a regra de que para formar um grande pais, precisamos de grandes homens.E que um homem, para ser grande, precisa de educação, cultura, conhecimento, integridade, honradez, etc. etc...
Então a Korea do Sul serve como exemplo, mas não como termo de comparação.
As professoras de minha infância também tinham um salário pequeno, mas eram respeitada, amadas, olhadas como pessoas especiais. E eram todas elas professoras por vocação, por sonho. Hoje grande parte delas faz essa opção por não ter outra escolha, por ser mais facil, por não estar preparada para o mundo e achando que ser professora é fácil... eu acho que ser professora é ardua missão. Tem tanta coisa errada, minha amiga, você, melhor do que eu sabe de tudo isso, porque vive o problema.
Desculpe por meter minha surrada colher de pau num mingau que nem é meu, mas assunto puxa assunto, e...
bjs.

heli disse...

Viu só como é um assunto que faz parte do nosso contexto?
Já houve tempo sim Dulce em que os professores eram respeitados e por mais que o salário fosse baixo, eles mantinham um bom nível de ensino.Hoje estamos vivendo numa sociedade onde a família não desempenha mais o seu papel na formação dos filhos.A maioria das famílias não sabem como educar os filhos, não sabem o que fazer com eles...
A escola deixou de ser apenas um lugar de ensino e de aprendizagem, hoje ela é responsável pela educação integral do cidadão, deixando de lado seu principal objetivo. Não há mais respeito e há situações onde as agressões já ocorrem nas séries inicias. Alunos de sete ou oito anos já batem em professores e estes nada podem fazer, pois o Estatuto da Criança e do Adolescente acaba dando margem a interpretações que sempre beneficiam a criança. Que faz um professor numa situação destas?
Não é fácil ser professor em nossa sociedade e a tendência é a de piorar ainda mais, pois a escola estará recebendo os filhos desta geração conturbada, e com certeza os problemas serão ainda maiores que os atuais.

Dulce disse...

Minha amiga, penso exatamente como você. Cada dia fica mais dificil essa profissão tão nobre e tão abandonada em prol dos tais "direitos".

A noite vou ao cinema com minha filha. Precisamos proveitar para ver filmes melhores enquanto as crianças estão fora, depois só nos cabe ver os filmes que eles também possam ver... rs... Faz uma enormidade de anos que não vamos só nos duas ao cinema...
Volto mais tarde.
beijos