16 dezembro 2007

José Padilha diz que a Globo queria "Tropa de Elite" com final feliz

Por Luiz Carlos Azenha


O diretor José Padilha disse ao New York Times, em entrevista publicada no último sábado, que a Globo se negou a bancar o filme Tropa de Elite sem um final feliz.Eis o trecho final da entrevista, conforme publicado pelo jornal americano:"O financiamento inicialmente foi difícil. A Globo, um conglomerado de mídia brasileiro, se negou a contribuir com os cineastas já que eles se negavam a garantir um final feliz, de acordo com Mr. Padilha. 'Você nunca surpreende a audiência desse jeito', ele afirmou. 'Nossa idéia é fazer filmes sem polimento'.No fim, Mr. Padilha chamou a atenção de Eduardo F. Constantini, filho de um milionário argentino, que levou o projeto para a companhia de produção Harvey Weinstein, de Nova York, que logo assinou contrato.Enquanto o script passava por 12 revisões, Mr. Pimentel se juntou com o autor Luiz Eduardo Soares para produzir um livro, também intitulado "Tropa de Elite". O processo de juntar livros e filmes se encaixa na visão do Mr. Padilha de que a lógica da ciência é melhor explorada em livros, mas os filmes são essenciais para chamar a atenção para determinados assuntos.'Todos os filmes que fizemos até agora resultaram em várias pesquisas científicas e inspiraram trabalho em universidades', ele disse. 'Se você publica um paper científico é muito difícil causar um debate nacional sobre alguma coisa. Se fizer isso com um filme, pode iniciar o debate. Nós gostamos de criar uma ponte entre esses dois mundos - o filme e a ciência'."Meu comentário:Na Globo tudo tem final feliz. Até a tragédia na Fonte Nova será transformada em uma saga de redenção do torcedor que tirou a camisa do Bahia e usou a peça do vestuário para evitar que uma criança órfã, de oito meses, que havia sido levada ao estádio para cumprir uma promessa da avó retirante, fosse pisoteada pela multidão. O que quero dizer é que a emissora se nega a aceitar a realidade, preferindo criar e patrocinar um mundo paralelo, ilusório. Fazer isso no entretenimento é problema da empresa, fazer isso no Jornalismo é problema nosso, já que se trata de uma concessão pública. Não combina com o mundo da Globo? Engaveta

Publicado em 26 de novembro de 2007

15 dezembro 2007

Armação de Búzios




Praia da Armação




A Bicicleta (de novo)


JURUJUBA (03.09.2007)




















Crianças fabricam brinquedos em Diamantina

"Durante todo o ano, alunos de escolas de Diamantina se tornaram ajudantes de Papai Noel. Os presentes serão distribuídos para crianças doentes e de áreas pobres da cidade mineira." Jornal Nacional


E o Marcos, que não tem água tratada, esgoto, brinquedo e outras coisas que consideramos importantíssimas, pediu mais amizade e menos briga.

NATAL pra quem?

Oscar Niemeyer

“Mais importante não é a arquitetura, mas a vida, os amigos, e este mundo injusto que devemos modificar.”

“Duas coisas guardo com satisfação: uma é esse desinteresse pelo dinheiro. A outra é minha vontade de ajudar as pessoas, ser-lhes útil, dividir”.

”Muitas vezes, quando a miséria é demais e os homens a esquecem, a solução é reagir”.

“No dia em que o homem compreender que é filho da natureza, irmão dos bichos da terra, dos pássaros do céu e dos peixes do mar, nesse dia ele compreenderá sua própria insignificância e, realista, será mais humano”.

“A vida é o minuto”

Oscar Niemeyer, 100 anos

POEMA DE NATAL

http://www.youtube.com/watch?v=pUhxDS3kjAY

http://www.youtube.com/watch?v=Yy4C2S8L_DI
Poema de Natal

Vinicius de Moraes

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos
—Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos
—Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai
—Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte
—De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

Vinicius de Moraes, poeta e diplomata na linha directa de Xangô. Saravá!

No poema acima temos retratado aquele que, para muitos, é um evento triste.O acima foi extraído do livro "Antologia Poética", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 147.

Para muitos, apenas uma rosa!
Para quem a plantou, uma linda história...
Para quem a recebeu, um doce presente...

RANCHO DAS FLORES


E Vinícius de Moraes também falou das flores:
Rancho das flores
Vinicius de Moraes
Composição: Vinícius de Moraes
Entre as prendas com que a natureza
Alegrou este mundo onde há tanta tristeza
A beleza das flores realça em primeiro lugar
É um milagre do aroma florido
Mais lindo que todas as graças do céu
E até mesmo do mar
Olhem bem para a rosa
Não há mais formosa
É flor dos amantes
É rosa-mulher
Que em perfume e em nobreza
Vem antes do cravo
E do lírio e da Hortência
E da dália e do bom crisântemo
E até mesmo do puro e gentil malmequer
E reparem no cravo o escravo da rosa
Que é flor mais cheirosa
De enfeite sutil
E no lírio que causa o delírio da rosa
O martírio da alma da rosa
Que é a flor mais vaidosa e mais prosa
Entre as flores do nosso Brasil
Abram alas pra dália garbosa
Da cor mais vistosa
Do grande jardim da existência das flores
Tão cheias de cores gentis
E também para a Hortência inocente
A flor mais contente
No azul do seu corpo macio e feliz
Satisfeita da vida
Vem a margarida
Que é a flor preferida dos que tem paixão
E agora é a vez da papoula vermelha
A que dá tanto mel pras abelhas
E alegra este mundo tão triste
No amor que é o meu coração
E agora que temos o bom crisântemo
Seu nome cantemos em verso e em prosa
Porém que não tem a beleza da rosa
Que uma rosa não é só uma flor
Uma rosa é uma rosa, é uma rosa
É a mulher rescendendo de amor

14 dezembro 2007

JURUJUBA - NITERÓI


Jurujuba é uma colônia de pescadores dentro da Baia da Guanabara - Niterói.
Águas tranquilas, algumas fábricas de conservas de sardinhas, acesso para a Fortaleza de Santa Cruz, construída com pedras vindas de Portugal e coladas com óleo de baleia e cal, construção iniciada em 1555, monumento histórico impecávelmente preservado (Artilharia de Costa onde servi o Exército em 63 - VIDE LINK), junto aos Fortes Rio Branco, São Luiz e Imbuhy, sendo Jurujuba também famosa pela Festa de São Pedro. Foto ney com efeitos photoshop.

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES


Para não dizer que não falei de flores, versão ney. Meu primeiro quadro assim que me aposentei.
1,27 X 0,88 - Óleo sobre eucatex.

O bancário querendo ser pintor (rs).

IMAGENS SIGNIFICATIVAS III - A perfeição


POESIA VISUAL
Pois é, falamos aqui, nos posts anteriores, que uma imagem pode transmitir sensações pela luz, cor, textura e conteúdo, mas melhorada com detalhes técnicos que dão sensação de profundidade, terceira dimensão pode atingir o plano da perfeição.
Esse é o trabalho de Rarindra Prakarsa, fotógrafo indonésio, que nem se considera um profissional.
Perfeição. Veja no LINK acima ou aqui:

Músicas, sonhos, fantasias...VIDA!!

Já vi que o amigo Ney está inspirado.

Músicas, letras, vídeos...

É só dar uma clicada...

http://www.youtube.com/watch?v=tlvqb1czXL8

Realidades, sonhos, fantasias...VIDA!!

Entre sonhos, fantasias, esperanças e desesperanças
a vida segue.
Uma janela entreaberta a espera de quem foi ou
de quem vai chegar...
O que importa é deixar fluir a emoção da espera,
da chegada sem pensar nas dores da partida!

12 dezembro 2007

Não vamos esquecer as CELEBRIDADES no blog...


Garibaldi

"Chego à presidência em um momento traumático para a Casa com os últimos acontecimentos que levaram o Senado a se aproximar de limites que jamais poderiam ser ultrapassados, sob pena de fraturar a imagem da Casa junto à opinião pública", afirmou. Ele disse acreditar que o momento também é de renovação da força democrática do Senado.
"Convoco todos a partilhar comigo a árdua missão de devolver ao Senado, perante ao País, toda a credibilidade de sua trajetória histórica...

ADOREI A FOTO NEY

Maravilhosa essa foto de seus pais.

É isso aí, vamos pedalar!!!

PORTUGAL, BRASIL, MINHA IDENTIDADE PEDALANDO


E vieram os portugueses, e através deles os meus pais brasileiros, o meu irmão mais velho paulistano e eu e o mais novo cariocas...
E ja vínhamos nós por ai nas pedaladas dos meus pais, nesta foto na Praia de Santos-SP., lá pelos anos 40... e que ficaram tão bem gravadas nesta foto como ficaram eles nos nossos corações depois que partiram, deixando boas lembranças e muitas saudades...
Pois é, fica até difícil dizer, mas temos que continuar pedalando e nos renovando nos filhos e netos... E que o Brasil se encontre um dia na liberdade e na sua identidade, caminhando ou pedalando juntas com a ÉTICA.

Sobre a atual vergonha de ser brasileiro

Affonso Romano de Sant'Anna

(Diante da pesquisa que aponta F.H. (presidente da República Fernando Henrique) como o brasileiro que mais envergonha o país, o cronista se vê forçado a publicar um texto de 17 anos atrás, atualíssimo)

Que vergonha, meu Deus! ser brasileiro
e estar crucificado num cruzeiro
erguido num monte de corrupção.
Antes nos matavam de porrada e choquenas celas da subversão.
Agoranos matam de vergonha e fome
exibindo estatísticas na mão.
Estão zombando de mim. Não acredito.
Debocham a viva voz e por escrito
É abrir jornal, lá vem desgosto.
Cada notícia é um vídeo-tapa no rosto.
Cada vez é mais difícil ser brasileiro.
Cada vez é mais difícil ser cavalo
desse Exu perverso
nesse desgoverno terreiro.
Nunca vi tamanho abuso.Estou confuso, obtuso,
com a razão em parafuso:a honestidade saiu de moda
a honra caiu de uso.De hora em hora a coisa piora:arruinado o passado,
comprometido o presente,vai-se o futuro à penhora.
Valei-me Santo Cabral
nessa avessa calmaria
em forma de recessão
e na tempestade da fome
ensinai-me a navegação.Este é o país do diz e do desdiz,
onde o dito é desmentido
no mesmo instante em que é dito.Não há lingüista e erudito
que apure o sentido inscrito
nesse discurso invertido.Aqui o discurso se trunca:o sim é não.
O não, talvez.O talvez, nunca.Eis o sinal dos tempos
este o país produtor
que tanto mais produz
tanto mais é devedor.Um país exportador
que quando mais exporta
mais importante se torna
como país mau pagador.E, no entanto, há quem julgue
que somos um bloco alegredo
‘‘Comigo Ninguém Pode’’quando somos um país de cornos mansos
cuja história vai dar bode.
Dar bode, já que nunca deu bolo,tão prometido pros pobres
em meio a festas e alarde
onde quem partiu, repartiuficou com a maior parte
deixando pobre o Brasil.Eis uma situação
totalmente pervertida-- uma nação que é rica
consegue ficar falida,
o ouro brota em nosso peito,
mas mendigamos com a mão,
uma nação encarcerada
que doa a chave ao carcereiro
para ficar na prisão.
Cada povo tem o governo que merece?Ou cada povo
tem os ladrões a que enriquece?
Cada povo tem os ricos que o enobrecem?
Ou cada povo tem os pulhas
que o empobrecem?
O fato é que cada vez mais
mais se entristece esse povo num rosário de contas e promessas num sobe e desce de prantos e preces.
C’est n’est pas um pays sérieux! já dizia o general.
O que somos afinal?
Um país-pererê?
folclórico? tropical?misturando morte e carnaval?Um povo de degradados?Filhos de degredados
largados no litoral?Um povo-macunaíma
sem caráter-nacional?Por que só nos contos de fadaos pobres fracos vencem os ricos nobres?
Por que os ricos dos países pobres
são pobres perto dos ricosdos países ricos? Por que
os pobres ricos dos países pobres
não se aliam aos pobres dos países pobres
para enfrentar os ricos dos países ricos,
cada vez mais ricos, mesmoquando investem nos países pobres?
Espelho, espelho meu!há um país mais perdido que o meu?
Espelho, espelho meu!há um governo mais omisso que o meu?
Espelho, espelho meu!há um povo mais passivo que o meu?E o espelho respondeualgo que se perdeu
entre o inferno que padeçoe o desencanto do céu.
Texto extraído do jornal "O Globo" - Rio de Janeiro.

PORTUGAL, BRASIL, OS POETAS E NOSSAS IDENTIDADES

Dois poetas em busca da identidade nacional dos portugueses e dos brasileiros: um estudo de caso.
por Antônio Ribeiro de Almeida *
A questão, "quem sou EU?",seja colocada por um português, um brasileiro ou um americano, é uma questão que passa tanto por uma resposta relativa à identidade pessoal como pela identidade nacional. Quem sou EU, pergunta o leitor? E as respostas são tantas como são aqueles que me lêem. Sou um homem ou uma mulher, operário ou estudante, filho de Alzira e de José, solteiro ou casado, e assim por diante. Para provar que eu, sou eu mesmo, o Estado exige que porte uma carteira de identidade com minha foto, data de nascimento, filiação, etc. Se, às vezes, a questão da identidade ganha níveis de complexidade alarmante, seja para os que gostam de filosofar ou para os que estão mergulhados nas cavernas sombrias da sua psique, nos limites deste artigo ela se volta apenas para a questão da identidade nacional como foi vista por dois poetas. E isto coloca a questão do que significa ser brasileiro ou português na visão de dois poetas de épocas diferentes. É possível que brasileiros e portugueses não se reconheçam mais na descrição dos poetas. A identidade nacional é um conceito histórico, sujeito, portanto, às mudanças que ocorreram tanto no Brasil como em Portugal ao longo dos séculos. Acredito, contudo, que vale a pena ver a "Weltanschauung" dos poetas que, muitas vezes, superam à dos cientistas, e podem ter uma permanência no tempo que surpreende os historiadores. No Brasil, sociólogos e ensaístas como Afonso Arinos, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e Roberto DaMatta, estudaram o problema e produziram textos que hoje são clássicos na literatura. Reveladores da identidade nacional do brasileiro são, por exemplo, o "Pelo Sertão", de Afonso Arinos, o "Casa Grande e Senzala" de Gilberto Freyre e que está sendo reeditado, "Raízes do Brasil" de Sérgio B. de Holanda, e mais recentemente, de Roberto DaMatta , "Carnavais, Malandros e Heróis. " Perdoem-me os portugueses se a minha ignorância obriga-me a ficar em "Os Lusíadas" de Luís de Camões. Mas a descoberta da identidade nacional, ou sua tentativa ,pode ser feita por outros meios. Ocorre-me, por exemplo, a música como expressão da identidade de um povo; a culinária, a religião, os esportes, etc. Se se considera estes meios, logo se descobrirá como os povos se diferem na expressão dos mesmos. A Poesia, é, naturalmente, uma expressão da Cultura de todos os Povos e que pode servir para descobrir o "ethos" de cada um. (Ver, sobre este conceito, o texto de Henrique C. Lima Vaz, S.J., Escritos de Filosofia II - Ética e Cultura, Ed. Loyola, 1988).Considerando, portanto, dois poetas, Luís de Camões (1524-1580) e Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), procuro ver como os dois trataram a questão da identidade nacional dos seus povos, ainda que em poucos momentos. LUÍS DE CAMÕES E A IDENTIDADE PORTUGUESA NOS LUSIÁDASNenhum povo foi mais bem descrito e cantado no seu passado glorioso como o povo português. Camões descreve como Vasco da Gama partiu do Tejo e foi com seus marinheiros em demanda da via marítima para as Índias Orientais. É, portanto, a descrição de uma viagem marítima com inúmeras aventuras, descobertas de novas gentes, tempestades, calmarias, traições, revoltas e lutas, inclusive com os deuses, e muito da história dos reis de Portugal. Camões eleva a língua portuguesa a um nível de beleza, harmonia e precisão raramente superada. Não há nenhuma dúvida que o conhecimento deste poema épico, seja no seu todo ou em partes, compõe no imaginário social a identidade portuguesa, como, em outro nível, o fado. Quando um português pergunta: "Quem sou EU?", na sua resposta estará presente este passado, ainda que no seu inconsciente coletivo. Acredito que muitos elementos da alma portuguesa, que Camões tão bem descreveu, resistiram ao tempo e em ocasiões especiais voltam a aflorar. Vejamos alguns traços que compuseram esta identidade nacional, muitas vezes contraditória, seguindo alguns momentos do poema épico de Camões. Logo no início do Canto I é mostrado o caráter forte do povo luso: "As armas e os barões assinalados que, da Ocidental Praia Lusitana, por mares nunca de antes navegadosPassaram ainda além da Taprobana,Em perigos e guerras esforçados, Mais do que prometia a força humana....E aqueles que por obras valerosasSe vão da lei da Morte libertando."Ou, ainda, esta outra passagem no Canto X reveladora de outro aspecto desta identidade nacional, quando a comparação do ser português com outros povos revela o grande desejo de superação de um sentimento de inferioridade: "Fazei, Senhor, que nunca os admirados Alemães, Galos, Ítalos e Ingleses, Possam dizer que são para mandados,Mais que para mandar, os Portugueses. (Canto X, 152) Não deixa de ser curioso que após relatar tantos feitos de Vasco da Gama, o poeta ainda mostre este sentimento de inferioridade em relação a outros povos da Europa. Os traços descritores de grandeza estão logo no inicio do poema na famosa hendiade com que é aberto o poema e que todo bom ginasiano, aqui no Brasil, por volta das décadas dos 40 e 50, sabia de cor: "As armas e os barões..." Ela, não se refere especificamente a nobres, mas aos portugueses que empreendiam a viagem. (Vide Notas Filológicas de José Maria Rodrigues in Os Lusiadas, Ed. Imp. Nacional de Lisboa, 1931).Finalmente, no Canto X, todo heroísmo, todo sacrifício, toda luta sobre-humana dos marinheiros são demonstradas em favor do Rei. Acredito que muito resumidamente pode-se apreender alguns componentes da identidade portuguesa como aparecem no poema. São eles: a) esforçar-se acima dos limites humanos; b) alcançar a imortalidade pela Fama; c) desejo de superação sobre outros povos: d) fidelidade e obediência ao Rei sem limites, com o preço da própria vida. Suponho que em Portugal existam estudos de identidade nacional, baseados na Literatura e na História, hoje, possivelmente englobados em uma Psicossociologia Histórico-Literária. Não me é possível especular ate que ponto estes traços do passado estariam ainda mais ou menos presentes na identidade do português deste final de século. Mas não se pode deixar de registrar, que, para os brasileiros cultos, no imaginário de cada um, alguns destes traços estão bem estabelecidos neste processo de hetero percepção social. Já o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, tenta, ao longo de sua obra poética, desvelar um pouco desta identidade nacional dos brasileiros. DRUMMOND E A TEMÁTICA DO BRASILEIRO Carlos Drummond de Andrade considera a temática do ser brasileiro em três momentos de sua obra e que se estendem de 1930 até 1973. Logo no inicio de sua carreira, quando ainda vivia em Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, ele sintetiza a questão em versos deliciosos presentes em "Também já fui brasileiro", "Europa, França e Bahia" e, em "Fuga." Transcrevo alguns versos desta primeira fase: Eu também já fui brasileiro/moreno como vocês.Ponteei viola, guiei forde e apreendi na mesa dos bares/Que o nacionalismo é uma virtude. Mas há uma hora em que os bares se fecham e todas as virtudes se negam. Neste primeiro verso o que temos é um Drummond que valoriza o elemento étnico, (moreno) e, que, por outro lado, brinca e ironiza o nacionalismo fascista que estava na moda e que era uma questão que dependia do horário de funcionamento dos bares. Ele apoiava, naturalmente, o Nacionalismo Cultural que havia se expressado na Semana de Arte Moderna de 1922. Conhecera e correspondia com Mário de Andrade e Heitor Villas Lobos que eram expoentes da Semana. Em "Europa, França e Bahia" o poeta mostra que existe um "olhar" brasileiro sobre as coisas, e, sobretudo, como ele seleciona o que vê na Europa e na França. A esta altura do século o olhar não mais enfoca Portugal. Escreve: Meus olhos brasileiros sonhando exotismos.Paris, a Torre Eiffel alastrada de antenas como um caranguejo....e a água suja do Sena escorrendo sabedoria....Chega! Meus olhos brasileiros se enjoam da Europa (Hoje, ele escreveria, de Miami e New York) ...Eu tão esquecido de minha terra...Ai terra que tem palmeiras/ onde canta o sabia.Em "Fuga", os versos de Drummond revelam o grande conflito que sempre existiu entre uma elite branca e o resto do povo. A postura crítica do poeta é amarga e envergonhada: enfim, é uma infelicidade o ser brasileiro. De passagem ele também não deixa de criticar o mundo europeu no qual o brasileiro se espelha.Povo feio, moreno, bruto,Não respeita meu fraque preto.Na Europa reina a geometriaE todo mundo anda, como eu, de luto.Nesta primeira fase, parece muito clara esta ambigüidade drummoniana entre a aceitação ou a rejeição do ser moreno, e, também o modelo europeu que se colocava muito forte desde o período imperial, deslocando-se de Portugal para a França. Este modelo terminaria com a poderosa influência norte-americana depois da Segunda Guerra Mundial. Sob este aspecto, o brasileiro repetia comportamento similar ao do português do século XIX. Eça de Queiroz, nas crônicas que publicou entre 1880 e 1894, reunidas sob o título genérico de Cartas de Paris e Cartas de Londres, reverbera esta imitação do estrangeiro, mas que, para ele, seria uma tendência de todos os Povos. Escreve Eça : "O mundo vai se tornando uma contrafação universal do Boulevard e da Regent Street. É o modelo das duas cidades (Paris e Londres) é tão invasor que, quanto mais uma raça se desoriginiza, e se curva à moda francesa ou britânica, mais se considera a si mesma civilizada e merecedora de aplausos.."(Ecos de Paris, pag. 8, Lello & Irmão, Porto, 1912. ) Neste sentido caberia questionar se brasileiros e portugueses não teriam uma identidade nacional suficientemente forte para, nas suas singularidades, resistirem a esta desnacionalização que hoje é mais global do que nunca. No segundo momento, a temática drummoniana se centra na identidade tanto nacional como até municipal. A identidade brasileira, como a identidade de qualquer povo, é, na verdade, uma pluri-identidade enquanto ela se apoia na formação da consciência em vários níveis: o fato do sujeito, primeiro, pertencer a uma cidade, e depois, a um estado e a um país. Em "Brejo das Almas"(1934) e "Sentimento do Mundo" (1940) surgem dois poemas que demonstram esta estruturação. São eles "Hino Nacional" e "Confidência do Itabirano" (Drummond nasceu numa cidade mineira chamada Itabira) ."Hino Nacional" revela o poeta extremamente perturbado pelo processo acelerado de modernização porque passa o país e o cosmopolitismo desencadeado pela Revolução de 1930. O problema da imigração e do pluriculturalismo surgem nestes versos : O que faremos importando francesas muito louras, de pele Macia. Alemãs gordas, russas nostálgicas...e virão sírias fidelíssimas. Duvidando da possibilidade de uma aculturação, ou, talvez, expressando apenas o fastio do poeta, Drummond termina seu canto de uma forma pessimista : O Brasil não nos quer! Está farto de nós!Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros? Já em "Confidência do Itabirano" este pessimismo cede lugar a uma identidade forte que é forjada pelas ligações com a cidade natal. Ela é vista de longe, quando Drummond já havia se mudado para o Rio de Janeiro, à convite do Ministro da Educação, Gustavo Capanema, no período da ditadura de Vargas. Corria o ano de 1942 e para o poeta Itabira é apenas uma fotografia na parede, "mas como dói..." No auto-exame da sua identidade brasileira-mineira-itabirana, o poeta reconhece que tendo nascido numa região de ferro e pobre em vegetação, ele é "triste, orgulhoso, de ferro. Ferro que compõe até sua alma". No terceiro e último momento o poeta trabalha a sua identidade mineira no poema "Prece de Mineiro no Rio" (1967) e realiza uma síntese final da sua identidade em "Canto Brasileiro" de 1973. Na Prece o poeta luta contra a despersonalização do seu eu que o mundo vertiginoso da cidade grande impõe. Ser mineiro significa, para ele, muitas coisas, talvez muito mais do que ser brasileiro. O espírito de Minas surge como o ordenador do caos. "Espírito de Minas, me visita, e sobre a confusão desta cidade... lança teu raio ordenador. Conserva em mim ao menos a metade do que fui de nascença... quero firme e discreto o meu amor, meu gesto será sempre natural..............................................................Os que zombam de ti não te conhecem, na força com que, esquivo, te retrais e mais límpido quedas, como ausente.Uma leitura psicossociológica do poema permite que sejam destacados os seguintes traços como componentes da mineiridade: em primeiro lugar a busca da ordem interna (psicológica) como no mundo social, associado ao segundo traço desta estrutura: o conservadorismo. Já do lado mais dinâmico desta identidade destaca-se a firmeza e discrição nos atos. Será que, por isto, diz-se que "mineiro trabalha em silêncio?" Para mim, é válida a hipótese que os grandes poetas conseguem desvendar muitos traços que compõem a identidade nacional dos seus povos. Não há dúvida que Drummond captou o que foi a identidade mineira durante um certo período da História.Finalmente, a síntese da identidade brasileira estaria expressa no "Canto Brasileiro". Se admitir que a identidade nacional de qualquer povo é um construto social possuidor de uma dinâmica própria, tanto ao longo da vida de uma pessoa, como de um Povo, ele está sujeito a modificações. No "Canto Brasileiro" o poeta tenta uma síntese das identidades brasileiras ao dizer que é um modo de ser que "volta em cor, em paisagem, na polpa da goiaba, na abertura de vogais, nos mins entrelaçados, etc." Lamenta que a arte de viver do brasileiro foi soletrada em roteiro distante (Portugal? França ? , e, hoje, os Estados Unidos ? )_Aceita a morenidade, pois ainda não existe uma raça brasileira, e coloca a Liberdade como valor supremo deste povo. Espero que não se peça deste estudo o que ele não pode oferecer. Foi, apenas, um estudo de casos. O estudo da identidade nacional não é, no momento, prioridade da Psicologia Social, da Antropologia e da Etnologia. Na Universidade de São Paulo, depois da enciclopédica tese de Dante Moreira Leite, (1927-1976) "O Caráter Nacional Brasileiro", poucos se aventuraram nesta área tão movediça e complexa que pede uma abordagem intercultural. Quem sabe tenha chegado a hora de antropólogos, sociólogos, etnólogos, poetas e romancistas se reunirem num grande projeto nacional que tente elucidar quem é, afinal, o brasileiro?

DISSE BEM, HELI, E ATÉ FALAR DE POLÍTICA POETIZANDO

Hino nacional
Precisamos descobrir o Brasil!Escondido atrás das florestas,com a água dos rios no meio,o Brasil está dormindo, coitado.Precisamos colonizar o Brasil.
O que faremos importando francesas muito louras, de pele macia,alemãs gordas, russas nostálgicas paragarçonnettes dos restaurantes noturnos.E virão sírias fidelíssimas.Não convém desprezar as japonesas.
Precisamos educar o Brasil.Compraremos professores e livros,assimilaremos finas culturas,abriremos dancings e subvencionaremos as elites.
Cada brasileiro terá sua casacom fogão e aquecedor elétricos, piscina,salão para conferências científicas.E cuidaremos do Estado Técnico.
Precisamos louvar o Brasil.Não é só um país sem igual.Nossas revoluções são bem maioresdo que quaisquer outras; nossos erros também.E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões...os Amazonas inenarráveis... os incríveis João-Pessoas...
Precisamos adorar o Brasil.Se bem que seja difícil caber tanto oceano e tanta solidãono pobre coração já cheio de compromissos...se bem que seja difícil compreender o que querem esses homens,por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão de seus sofrimentos.
Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.O Brasil não nos quer! Está farto de nós!Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros?
Carlos Drummond de Andrade

PEDALAR, POLÍTICA, PODEMOS FALAR!!!

POIS É AMIGOS.
Nosso BLOG andou devagar nos últimos meses, mas o amigo Ney decidiu dar uma "pedalada" mais forte e aqui estamos, pois é, vamos falar em POLITICA!!!!heheheh
Juro que ando desanimada desse assunto, mas vou tentar de novo fazer parte desse contexto mesmo que colando as opiniões alheias, mas vou tentar CHEGAR JUNTO!!

Abraços curitibanos, (gelados -de frio) em pleno mês de dezembro!!
Aqui tá friuuuuuuuuuuuuuuu........

A LIÇÃO QUE VEIO DA VENEZUELA
MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA
7/12/2007
Já mencionei em artigo que a leitura de jornais velhos é bem interessante. Especialmente as matérias relativas à política mostram claramente algumas coisas, dessas corriqueiras, tais como: traição, mentira, não cumprimento de promessas, negativa na prática dos discursos, sobretudo os de cunho ideológico e uma cultura do cinismo que chega a ser espantosa. Se essas atitudes são comuns aos seres humanos, acentuam-se de forma mais evidente no palco do poder. Assim, as metamorfoses ambulantes dos nossos governantes, que nos surgem em jornais passados, ajudam a refrescar a memória. Aliás, é costume dizer que a memória do povo é curta, verdade incontestável, sendo que uma curiosa e recente experiência científica demonstrou que os chipanzés ganham dos humanos quando se trata da capacidade de memorizar.
No Brasil parece que realmente perdemos para nossos simpáticos primos macacos. Para começar, sabemos pouquíssimo sobre nossa história e muito menos sobre história mundial. E como somos parcos em heróis e tradições, nossos valores estão ligados àquilo que nos parece ser mais importante em termos de destaque coletivo, ou seja, o futebol. Já nossos ídolos não são mártires, estadistas ou vencedores do mundo empresarial. Diga-se de passagem, que odiamos a riqueza alheia, sempre vista com grandes desconfianças, apesar de desejarmos ardentemente sermos ricos.Na verdade, o que nos empolga são artistas ou cantores populares em seus fugazes momentos de glória. Faz também imenso sucesso programas televisivos como Big Brother Brasil que, ao espelhar através de seus participantes, mazelas sociais como mau-caratismo, vulgaridade, mediocridade, total ignorância dos mais básicos conhecimentos e abundância de anti-valores provocam aquela profunda e deliciosa sensação de identificação com os vencedores do glamouroso mundo da fama. Então, bem lá no seu íntimo, o homem comum, frustrado com sua vidinha desenxabida, conclui exultante: sou igualzinho a eles.
Mas, não apenas o desconhecimento da história é nossa marca registrada. Fatos recentes também nos escapam. E para piorar, ficou demonstrado que a Educação brasileira vai tão mal que nossos estudantes não entendem o que lêem e amargam a rabeira em matemática numa vasta lista de países. Conclui-se que passamos da civilização baseada na escrita e na racionalidade para a civilização auditiva, visual e emocional.
Desse modo, somos presas fáceis dos demagogos, dos populistas, dos tiranetes que satisfazem sua desmesurada ânsia de poder simulando ajudar os pobres, enquanto os mantém na pobreza através de caridades oficiais.
Na América Latina isso tem sido uma constante com momentos históricos em que a emergência de caudilhos é acentuada. Eles dão esmolas aos pobres, lucros aos ricos e carregam a classe média com impostos, fonte do sustento de suas cortes nababescas e perdulárias. Mas seu suporte político vem mesmo da classe mais baixa, sequiosa de um pai que lhe prodigalize facilidades e sedenta de revanche perante as classes médias e altas, que nem sempre, mas muitas vezes, não tratam bem os "de baixo", além de estabelecer o contraste que, na sociedade de apelo desenfreado ao consumo, chega a ser doloroso.
É nesse caldo cultural que vicejam com êxito os Fidel Castro, os Hugo Chávez, os Evo Morales, os Rafael Correia, e, porque não, os Lula da Silva e tanto outros que já passaram em nossas plagas latino americanas e que ainda surgirão, pois a mentalidade do atraso, que rejeita a riqueza e a democracia dos países capitalistas, apóia em nossos países a esquerda que, explorando o recalque, o complexo de inferioridade e a inveja, promove subliminarmente aquilo que tem como base esses ingredientes, ou seja: a luta de classes.
Quanto aos que governam em nome da esquerda, ao invés de promover o verdadeiro desenvolvimento de suas nações, através do tripé: Saúde, Educação e Trabalho, apelam para o discurso fácil e emocional das promessas ilusórias, aproveitam da pouca instrução do povo para anestesiá-lo com falsa propaganda e pretendem viverem felizes para sempre nas suas cortes de luxo e corrupção, visto que na América Latina não se valoriza a verdadeira democracia porque não se tem noção do que isto significa.
Há, porém, por conta de origens coloniais e históricas uma diferença marcante entre nós e nossos vizinhos: eles sabem se opor a governos indesejáveis e radicalizam suas atitudes políticas, inclusive, sendo capazes de morrer por seus ideais.
A Venezuela mostrou isso no recente referendo quando Chávez levou um "por que não te calas", não de um rei, mas do povo. Como bom democrata, segundo os petistas, e democrata elegante, conforme nosso chanceler de direito, Celso Amorim (o chanceler de fato é Marco Aurélio Garcia, aquele dos gestos obscenos), Chávez disse que a vitória de seus oponentes era de m... Só esqueceu de que o povo o mandou a isso mesmo. Aprendamos a lição dos venezuelanos.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.

AINDA FALANDO EM LETRA P

Desconfie sempre das coisas que...
começam com a letra P,

P or exemplo:
P romessa,
P roblema,
P edido,
P romissória,
P odre,
P residente,
P olícia,
P olítico,
P eido,
P izza.. P izza???
- É, ainda mais quando é
P reparada no
P alácio do
P lanalto e servida
P or
P arlamentares ao
P obre e
P atético
P ovo brasileiro!
P uta que
P ariu! Eu ainda não havia
P ensado nisso! Que
P erigo!
P utz!
P ois é...
PT Saudações!

IMAGENS SIGNIFICATIVAS

A imagem anterior da mulher tomando café ou chá é de uma beleza singular, e embora possa significar um momento de tristeza, saudade, alegria ou simples descanso e reflexão, nos dá uma sensação de serenidade. Uma imagem muito feminina, delicada, romântica e envolvente, na leveza do gesto, da postura, do vestuário, singela nas cores, num olhar que não vemos e nem nos vê, sequer percebe quem o registra, e consegue ter tanta expressão, vida, intensidade, sentimento e nos provocar muitas sensações.
Essa é a arte... que registra a vida, o momento, o tempo, a identidade, de uma pessoa, de um povo, de uma cultura, de um país e de toda a humanidade.

11 dezembro 2007

Muito bom!

É Ney, agora anda meio complicado sair por aí de bicicleta. O trânsito na nossa cidade está cada vez mais perigoso e temos que tomar muito cuidado. Um passeio de bicicleta é muito bom. Essa foto está maravilhosa.
Tô na área!

A BICICLETA - Toquinho/Mutinho - Na voz de Simone

Veja no LINK acima a bela canção de Toquinho/Mutinho na voz de Simone.
Ah! Minha velha companheira, a bicicleta, desde os tempos de criança, então sempre pego a barca e vou até a Ilha de Paquetá dar uma volta de bicicleta, uma viagem no tempo, pois tudo lá é como há 60 anos atrás, chão de terra, só casas, não tem veículos, só charretes, muito arborizada, lindas praias, embora a água da Baia da Guanabara não seja mais limpa. A ilha é romântica, muitas histórias de amor, como A MORENINHA, livro de Joaquim Manuel de Macedo, adaptado para o cinema com Sonia Braga e David Cardoso - Direção de Glauco Mirko Laureli, e as novelas. Mas vá em dias de semana, e não muitos quentes, sábado e domingo fica lotada de turistas.
Segue a letra da música, que está no Link... E vamos pedalar!


A Bicicleta
ToquinhoComposição: Toquinho / Mutinho

B-I-C-I-C-L-E-T-A Sou sua amiga bicicleta.Sou eu que te levo pelos parques a correr,Te ajudo a crescer e em duas rodas deslizar.Em cima de mim o mundo fica à sua mercê Você roda em mim e o mundo embaixo de você. Corpo ao vento, pensamento solto pelo ar, Pra isso acontecer basta você me pedalar. B-I-C-I-C-L-E-T-A Sou sua amiga bicicleta.Sou eu que te faço companhia por aí, Entre ruas, avenidas, na beira do mar. Eu vou com você comprar e te ajudo a curtir Picolés, chicletes, figurinhas e gibis. Rodo a roda e o tempo roda e é hora de voltar, Pra isso acontecer basta você me pedalar. B-I-C-I-C-L-E-T-A Sou sua amiga bicicleta. Faz bem pouco tempo entrei na moda pra valer, Os executivos me procuram sem parar. Todo mundo vive preocupado em emagracer,Até mesmo teus pais resolveram me adotar. Muita gente ultimamente vem me pedalar Mas de um jeito estranho que eu não saio do lugar.B-I-C-I-C-L-E-T-A Sou sua amiga bicicleta.

...

10 dezembro 2007

...


...

Ainda bem que os tempos mudaram!!!!heheh

MEU ANIVERSÁRIO

MEU ANIVERSÁRIO
Como você sabe, está chegando novamente a data de meu aniversário. Todos os anos fazem festa em minha honra e creio que este ano acontecerá a mesma coisa. Nesses dias as pessoas fazem muitas compras. O rádio e a TV fazem centenas de anúncios. Por todo canto não se fala de outra coisa a não ser dos preparativos para o grande dia. É bom saber que ao menos um dia por ano algumas pessoas pensam um pouco em mim. Como você sabe, há muitos anos começaram a festejar meu aniversário. No começo, pareciam compreender e agradecer o que fiz por eles, mas HOJE em dia, ninguém sabe por que razão o celebram. As pessoas se reúnem e se divertem muito, mas não sabem do que se trata... Estou me lembrando do ano passado: ao chegar o dia do meu aniversário, fizeram uma grande festa em minha honra. Havia coisas deliciosas na mesa, tudo estava decorado e havia muitos presentes... mas sabe de uma coisa? Não me convidaram! Eu era o convidado de honra e ninguém se lembrou de me convidar! A festa era para mim e quando chegou o grande dia, fecharam a porta na minha cara. Bem que eu queria partilhar a mesa com eles... A verdade não me surpreendeu porque, nos últimos anos, muitos me fecham a porta. Como não me convidaram, ocorreu-me entrar sem fazer ruído. Entrei e fiquei num cantinho. Estavam todos brindando, alguns já estavam embriagados, contando piadas, rindo, divertindo-se. Aí chegou um VELHO GORDO, VESTIDO DE VERMELHO, COM BARBA BRANCA E GRITANDO: HO! HO! HO!. Parecia ter bebido demais... Deixou-se cair pesadamente numa cadeira e todos correram para ele dizendo: Papai Noel! Papai Noel! – como se a festa fosse para ele! Quando chegou meia-noite, todos começaram a abraçar-se. Eu estendi meus braços esperando que alguém me abraçasse... Quer saber? Ninguém me abraçou. De repente, todos começaram a entregar presentes. Um a um, os pacotes foram sendo abertos. Cheguei perto para ver se, por acaso, havia algum para mim – nada! O que você sentiria se no dia de seu aniversário todos se presenteassem e não dessem nenhum presente para você? Compreendi, então, que estava sobrando na festa... Saí sem fazer barulho, fechei a porta, fui embora... Cada ano que passa é pior: as pessoas só se lembram da ceia, dos presentes, das festas... De mim ninguém se lembra. Gostaria que, neste Natal, você me permitisse entrar na sua vida, reconhecendo que há mais de dois mil anos vim ao mundo para lhe dar minha vida na cruz e, assim, poder salvar você... Hoje só quero que acredites nisso com todo seu coração... Vou dizer-lhe uma coisa. Já que muitos não me convidam para a festa que fazem, vou fazer minha própria festa – uma festa grandiosa como ninguém jamais fez, uma festa espetacular. Estou nos últimos preparativos e expedindo os convites. Este é especial para você. Só quero que você me diga se quer vir: reservarei um lugar para você e incluirei seu nome na lista dos que confirmaram... Os que não aceitarem, ficarão de fora. Prepare-se porque quando tudo estiver pronto, quando menos se esperar, darei minha grande festa. Não se esqueça de enviar este convite também aos seus amigos... EU SOU JESUS CRISTO

A Pipa e a Flor

A PIPA E A FLOR

Os caminhos do amor
Rubem Alves

Poucas pessoas conseguiram definir tão bem os caminhos do amor como Rubens Alves, numa fábula surpreendente, cujos personagens são uma pipa e uma flor.

A Pipa e a Flor - São Paulo, Edições Loyola

A história começa com algumas considerações de um personagem que deduzimos ser um velho sábio. Ele observa algumas pipas presas aos fios elétricos e aos galhos das árvores e afirma que é triste vê-las assim, porque as pipas foram feitas para voar. Acrescenta que as pessoas também precisam ter uma pipa solta dentro delas para serem boas. Mas aponta um fator contraditório: para voar, a pipa tem que estar presa numa linha e a outra ponta da linha precisa estar segura na mão de alguém. Poder-se-ia pensar que, cortando a linha, a pipa pudesse voar mais alto, mas não é assim que acontece. Se a linha for cortada, a pipa começa a cair.













Em seguida, ele narra a história de um menino que confeccionou uma pipa. Ele estava tão feliz, que desenhou nela um sorriso. Todos os dias, ele empinava a pipa alegremente. A pipa também se sentia feliz e, lá do alto, observava a paisagem e se divertia com as outras pipas que também voavam.






Um dia, durante o seu vôo, a pipa viu lá embaixo uma flor e ficou encantada, não com a beleza da flor, porque ela já havia visto outras mais belas, mas alguma coisa nos olhos da flor a havia enfeitiçado. Resolveu, então, romper a linha que a prendia à mão do menino e dá-la para a flor segurar. Quanta felicidade ocorreu depois! A flor segurava a linha, a pipa voava; na volta, contava para a flor tudo o que vira.






Acontece que a flor começou a ficar com inveja e ciúme da pipa. Invejar é ficar infeliz com as coisas que os outros têm e nós não temos; ter ciúme é sofrer por perceber a felicidade do outro quando a gente não está perto. A flor, por causa desses dois sentimentos, começou a pensar: se a pipa me amasse mesmo, não ficaria tão feliz longe de mim ...



Quando a pipa voltava de seu vôo, a flor não mais se mostrava feliz, estava sempre amargurada, querendo saber com que a pipa estivera se divertindo. A partir daí, a flor começou a encurtar a linha, não permitindo à pipa voar alto. Foi encurtando a linha, até que a pipa só podia mesmo sobrevoar a flor.















Esta história, segundo conta o autor, ainda não terminou e está acontecendo em algum lugar neste exato momento.

Há três finais possíveis para ela:



1 - A pipa, cansada pela atitude da flor, resolveu romper a linha e procurar uma mão menos egoísta.

2 - A pipa, mesmo triste com a atitude da flor, decidiu ficar, mas nunca mais sorriu.

3 - A flor, na verdade, era um ser encantado. O encantamento quebraria no dia em que ela visse a felicidade da pipa e não sentisse inveja nem ciúme. Isso aconteceu num belo dia de sol e a flor se transformou numa linda borboleta e as duas voaram juntas.

09 dezembro 2007





Receita de Felicidade
Toquinho








Pegue uns pedacinhos de afeto e de ilusão;
Misture com um pouquinho de amizade;
Junte com carinho uma pontinha de paixão
E uma pitadinha de saudade.

Pegue o dom divino maternal de uma mulher
E um sorriso limpo de criança;
Junte a ingenuidade de um primeiro amor qualquer
Com o eterno brilho da esperança.

Peça emprestada a ternura de um casal
E a luz da estrada dos que amam pra valer;
Tenha sempre muito amor,
Que o amor nunca faz mal.
Pinte a vida com o arco-íris do prazer;
Sonhe, pois sonhar ainda é fundamental
E um sonho sempre pode acontecer.

08 dezembro 2007

THE SWAN - Uliana Lopatkina

Balé - The Swan - Carnival of the animals - música de Camille Saint-Saens.
ASSISTA AO BALÉ NO LINK ACIMA.

Eu sei que já postei esse endereço, há muito tempo atrás. Mas sempre que quero ver harmonia, leveza, delicadeza, perfeição, lindos movimentos, pés, pernas, mãos, braços, corpo, equilíbrio vejo esse vídeo. Nem um cisne, de verdade, tem esses movimentos... DEMAIS!

ANA LUAR



Belas imagens, conteúdo, música, poesia, sentimentos...

MENINO REVOLTADO COM PAPAI NOEL

Menino indignado com o presente de Papai Noel solta o verbo... TEM PALAVRÕES.

Falando em paixão pela letra P

"Era uma vez uma letra p que morava dentro de um livro muito bonito. Um dia, a pequena letra decidiu abandonar suas páginas e partiu."
Fiz um trabalho muito legal com esse livro do Ziraldo!!


Pequeno P, O
ZIRALDO


A letrinha p escapa das páginas de um livro, percorre o mundo, enche-se de sabedoria e acaba aprisionada entre as páginas em branco de um velho livro abandonado.

PAIXÃO POR "P"

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo...Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses . -Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. -Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

07 dezembro 2007

HELI

Parabéns pelo nobre e belo trabalho de educar as crianças. Com certeza ele vão sentir muita falta da professora.

Meus oito anos....

Pois é galera!!

Quem de nós não tem lembranças dos Oito Anos??

Vai aí algumas estrofes de um poema e a foto dos meus alunos que completaram seus 8 anos esse ano e que espero sintam saudades da profê que tanto os ama.

MEUS OITO ANOS

Casimiro de Abreu

Oh que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais



Que amor, que sonhos, que flores,

Naquelas tardes fagueiras,

A sombra das bananeiras,

Debaixo dos laranjais.



Como são belos os dias

Do despontar da existência

Respira a alma inocência,

Como perfume a flor;



O mar é lago sereno,

O céu um manto azulado,

O mundo um sonho dourado,

A vida um hino de amor !



05 dezembro 2007

NOSSAS RUAS

Nossas ruas têm sempre muitas histórias. Nesta eu moro há 9 anos, não tem muito que contar, como as da infância e adolescência. Mas dei um colorido nela, agora cheia de prédios. Mas ainda é bem tranquila, podemos ouvir passarinhos, galos cantando bem cedo no morro, cachorros latindo, cavalos e bois pastando lá no alto, para não falar dos eventuais tiroteios destes tempos de insegurança.
Veja no link uma bela história das ruas de antigamente, com música e tudo.






MOONLIGHT SERENADE

CLICAR NO LINK ACIMA (som e imagem).

Quem não tem no seu passado uma musica para recordar? ....
Lembram-se da orquestra de Glenn Miller?... e quem assistiu ao filme
traduzido aqui no Brasil com o titulo " MUSICA E LÁGRIMAS" .
Boas recordações a todos!!!

MINHAS HORAS

De Carolina Salcides

Minhas Horas
A luz e a sombra estão em mim, preste atenção aos ponteiros do relógio, às estações do ano e nas fases da lua. Saberás quando serei minha e quando serei tua. Saberás quão forte brilha meu sol e sorriso, terás o calor, o corpo e o amor na medida em que abrires teus olhos ao sutil. "O essencial é invisível aos olhos"... Os detalhes sempre passam despercebidos e são eles que no fundo contam, são eles que derrubam ou levantam.O ponteiro na hora certa faz trepidar meu relógio, me faz despertar ecoando o canto das sereias e te conduzir a lugares nunca antes revelados. Meu corpo é um relógio, uma bomba, uma rosa.A sedução e o mistério te atraem, sei que primeiramente vens pelo meu brilho e pelo meu desenho de fêmea, mas não sabes que sou alma antiga, alma guerreira, alma ferida. Tenho meus medos, fraquezas e fúrias... São tantas as minhas ruas e todas elas se encontram. Por quais queres andar, que horas, que lua, que mulher vais querer?Acharás o caminho da cura, do prazer, da liberdade, mas todos eles te guiarão à perdição. Não voltarás, não quererás voltar... E, se regressar ao teu mundo, não serás mais o mesmo: não desejarás pouco, minutos não serão suficientes, desenhos, curvas e brilhos serão ilusórios. Buscarás uma mulher para todas as horas, para todos os caminhos e prazeres, para teus risos e lágrimas, para teu corpo, sexo, mundo... E, segundamente, virás... Não pela magia cintilante e curvilínea, mas pela essência antiga e pontual de uma mulher para todas as tuas horas .

04 dezembro 2007

A LUA



Lua cheia
(Toquinho e Chico Buarque)
Ninguém vai chegar do mar Nem vai me levar daqui Nem vai calar minha viola Que desconsola, chora notas Pra ninguém ouvir Minha voz ficou na espreita, na espera Quem dera abrir meu peito Cantar feliz Preparei para você uma lua cheia E você não veio E você não quis Meu violão ficou tão triste, pudera Quisera abrir janelas Fazer serão Mas você me navegou Mares tão diversos E eu fiquei sem versos E eu fiquei em vão

FLAMENGO - PATRIMÔNIO CULTURA DO RIO

TORCIDA DO FLAMENGO... "Patrimônio cultural do Rio",

Como é bom ser rubro-negro! VEJA O VÍDEO NO LINK ACIMA.

Liga pra isso não!!! A Copa de 2014 é nossa e isso é o que importa.

Alunos brasileiros estão entre os piores do mundo em matemática e leitura
Rio - Os alunos brasileiros estão entre os piores do mundo em matemática e leitura, segundo a pesquisa feita entre 400 mil alunos de 57 países. A reprovação se refere ao ano de 2006 e foi dada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. O Brasil ocupa a quarta pior posição em matemática e a oitava em leitura, a pior posição.
O programa é uma avaliação internacional que mede o nível educacional de jovens de 15 anos por meio de provas de leitura, matemática e ciências. O exame é realizado a cada três anos pela OCDE e revelou que o Brasil está em 52º lugar em uma lista de 57 países avaliados.
A pesquisa mostra ainda que na leitura o país conseguiu piorar mais em relação testes que foram aplicados em 2003. O desempenho do Brasil só foi melhor do que a Tunísia, o Qatar e o Cazaquistão.
SP abaixo de Sergipe e Rondônia
No geral, o Distrito Federal teve as melhores médias nas três disciplinas e o Maranhão teve as piores também nas três. Com 40% da amostra de alunos do País, São Paulo puxou para baixo a média brasileira.
Com exceção de matemática, em que São Paulo ficou com a média igual à nacional (370 pontos), em ciências e leitura a média foi baixa (385 e 392, respectivamente). Ficou abaixo, por exemplo, de Sergipe (402 e 408, respectivamente) e Rondônia.


Fonte: O DIA

Êta mundo cão. Vai ter gente aprendendo a latir para ver se come o filé ao invés de só roer o osso. OBS.: Os netinhos deviam amar a vovó.

Cão que herdou US$ 12 mi é ameaçado de morte
Flórida - Um cão quer herdou aproximadamente US$ 12 milhões foi transferido para uma casa segura depois de ser ameaçado de morte. Trouble, um pequeno maltês branco, herdou a fortuna da milionária americana do ramo de hotéis Leona Helmsley, que morreu no dia 20 de agosto.
O cão foi mais beneficiado no testamento de Helmsley do que alguns de seus familiares. Dois dos netos da milionária não receberam nada.
O jornal The New York Post afirma que os guarda-costas de Trouble receberam mais de 20 ameaças de morte dirigidas ao animal.
Há dois meses, em um avião particular, o cão deixou a casa em que vivia, em Connecticut, e mudou-se para outra residência deixada pela dona, na Flórida.
John Codey, encarregado dos fundos de Trouble, estima que os custos com o animal cheguem a US$ 300 mil por ano, incluindo uma equipe de seguranças, cuidados médicos e alimentação feita por uma cozinheira.
Na viagem, o animal passou a ser chamado por outro nome, com a finalidade de despistar possíveis seqüestradores. "Chamamos ele de Bauble em vez de Trouble", disse Codey.
As informações são do Terra

Gari - R$387,00 / Coletor - R$470,00. E tem gente que tem coragem de ficar buzinando atrás do caminhão de lixo...

Clin libera edital de concurso para 42 carreiras com salários de até R$ 2 mil
Letícia Mota

Começam na próxima segunda-feira e seguem até 10 de janeiro, as inscrições para o concurso da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin). Sem número de vagas definido – a seleção será para cadastro de reserva – oferecerá oportunidades em 42 cargos, para todos os níveis de formação: fundamental incompleto, completo, médio e superior. O edital, com todas as informações sobre a seleção, está publicado no Diário Oficial do Município de hoje, e pode ser consultado nos arquivos em anexo.
Os vencimentos iniciais variam de R$ 530,38 a R$ 2.131,48 - valores que já incluem R$ 143 de auxílio-alimentação – para jornadas entre 20 e 44 horas semanais. Além de vale-transporte e plano de saúde.
Segundo Vítor Júnior, presidente da Clin, embora o número de vagas não tenha sido definido, o orçamento para a contratação dos concursados já foi aprovado pela Prefeitura para 2008, e a contratação deve acontecer logo.
"Não sabemos ainda quantos aprovados na seleção serão convocados, nem quando, mas a previsão é de que seja quase que imediatamente à divulgação do resultado final", explicou o presidente da Clin.
As taxas de inscrição são de R$ 13, para o nível fundamental incompleto, R$ 23 (fundamental completo), R$ 38 (médio) e R$ 58 (superior). Os cadastros poderão ser feitos no pela internet, no site www.concursofec.uff.br, da Fundação Euclides da Cunha (FEC), organizadora da seleção ou nos postos credenciados.
Chances – Quem possui nível fundamental incompleto pode concorrer aos cargos de gari, ajudante, contínuo ou copeiro, cujo salário é de R$ 387,38; bombeiro hidráulico ou borracheiro (R$ 605,51); coletor de lixo (R$ 470,10); operador de máquina de esteira (R$ 1.032,80), entre outros cargos. Já quem possui nível fundamental completo pode se candidatar a auxiliar de enfermagem do trabalho (R$ 711,81); operador de copiadora (R$ 579,05); recepcionista (R$ 484,31) ou telefonista (R$ 631,89).
Para os profissionais de nível médio, as chances são para as funções de agente administrativo ou almoxarife (R$ 641,36); fiscal de limpeza urbana (R$ 987,68); entre outros. Para o nível superior, as oportunidades são apenas para engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho, cujos salários são de R$ 1.988,48.


Fonte: O Fluminense (http://www.ofluminense.com.br/)

"Eu já sabia!"

Fonte: Jornal O DIA 04.12.2007

Seriado do Bope em 2008 na Globo
Adaptação de 'Tropa de Elite' para a TV vai mostrar juventude corrompida por drogas sintéticas
Ana Carolina de Souza

Rio - 'Tropa de Elite' vai virar seriado, com estréia marcada para o ano que vem na Globo. A adaptação do filme recordista de bilheteria de 2007, que foi alvo da pirataria, estava sendo disputada por várias emissoras. "A idéia é ter tudo assinado até o fim de dezembro", adianta o produtor Marcos Prado. Sócio da produtora Zazen ao lado de José Padilha, diretor do longa, Marcos também vai ocupar o cargo no seriado. "Não queremos repetir os temas abordados no filme, bater nas mesmas teclas", diz ele. O seriado será ambientado nos dias de hoje, diferentemente do que acontece com 'Tropa de Elite', que se passa em 1997. "Vamos falar do atual sistema de segurança pública", revela o produtor. "Os problemas de violência de 'Tropa' vão ganhar olhares diferentes", complementa Padilha, que vai dirigir o seriado.

CRACK NAS FAVELAS
Autores do livro 'Elite da Tropa' — junto com André Batista —, o antropólogo Luiz Eduardo Soares e o ex-oficial do Bope Rodrigo Pimentel, também co-autor do filme, serão os responsáveis pelo roteiro do seriado.Luiz Eduardo adianta as possíveis novas aventuras dos aspirantes do Bope: "Hoje em dia, temos o ecstasy sendo comercializado, assim como o crack, que já está na favela. Existem traficantes entre os jovens moradores da classe média da Zona Sul e da Barra da Tijuca. Tem muita coisa diferente e ao mesmo tempo na mesma linha de complicação de 10 anos atrás". O sociólogo acha que é fundamental ambientar a série nos dias de hoje. "O filme se passava em 1997 porque tem o gancho da visita do Papa. Os problemas da 'insegurança' pública continuam, e estão cada vez piores. Estamos sendo alimentados todos os dias por situações incríveis e novas, sempre muito sérias. Precisamos usar essa contemporaneidade no seriado", diz Luiz Eduardo.

03 dezembro 2007

ÁRVORE DE NATAL - RIO 2007 (Bradesco)

Dizem que é a maior a maior árvore de Natal do mundo (?). Clicar no LINK para ver inauguração (ligue o SOM).

Gostei do "BLOG SAZONADO" do Jards, no início até pensei que fosse "essa zona do blog" da gente, mas gostei do que li no dicionário (não digam para ninguém que fui consultar o Aurélio). É porque estamos mais acostumados ao famoso ZONEADO.

Educando através do exemplo



Um erro literalmente federal

"Um único carimbo fabricado com pouco zelo em relação à língua portuguesa fez com que milhares de documentos oficiais da Câmara e do Senado trouxessem um 'Congreço Nacional' estampado nos cantos inferiores de suas páginas.O tropeço vocabular está grafado em documentos como medidas provisórias enviadas pelo Executivo. O carimbo, fabricado em meados de agosto, está em documentos com datas até cerca de três semanas atrás, quando finalmente alguém descobriu o erro."

A nova arca de Noé já está sendo construida


Cientistas constroem no Ártico um banco de sementes para salvar a humanidade no caso de uma catástrofe ambiental. Para que o homem sobreviva a derradeiras tragédias, é necessário armazenar cerca de três milhões das mais diversificadas variedades.

A arca é um sofisticado armazém tecnológico construído nas entranhas de uma montanha no Ártico. O prédio de concreto é protegido por muros, portas de aço e detectores de movimentos. Ursos polares passeiam por seus arredores, tornando o local um dos mais impenetráveis do mundo.

Imagine que tudo aquilo que plantamos e cultivamos até hoje cabe no espaço de 800 metros quadrados.

Dificil ....

Jards!
Sua equação está dificil de resolver, mas essa situação aí abaixo parece um pouco complicada também!!!
Eta mundo!!



EQUAÇÃO JUDICIAL

Se um jovem vai a julgamento por ter agredido uma mulher e é condenado a trabalhar oito horas semanais como gari, quantas mulheres o gari poderá agredir cumprindo oito horas por dia?

Nobre profissão a de juiz de direito. Coitado do Gari!

02 dezembro 2007

Alegria, alegrias!!!

Meninos, que bom estarmos juntos novamente!

Parabéns papai Jards!

Muita alegria, muita paz, muita saúde a todos aí!!!

SERES OU RESES - Laerte Braga

28.11.2007
A cara do mundo

(clique aqui para texto completo)

Heli

Mandei um convite ao Jards... Quem sabe ele volta?
Então pensaremos se vale ou não continuar.

O Blog mais sazonado da WEB

É isso aí pessoal! Estamos de volta e chegando junto com o bom velhinho. Muita coisa mudou, inclusive eu, obrigado Ney?! E por falar em chegar, quem chegou por aqui foi a cegonha. Meninão lindão! Tá tudo muito bom. Vou tentar chegar junto entre uma fralda e outra.
Valeu! Beijos.
Sim... um cantinho especial do Brasil, aromas, pessoas.
Sim... o mais precioso dos amores, a melodia em andamento, um sorriso, aroma do repouso, o mesmo mar...
Sim... estarei aqui.

SENTADO A BEIRA DO CAIS


Muito bonita essa paisagem do Rio vista de Niterói... mas a LUA coloquei no "fotoshop". Aliás, da mesma forma eu entrei na foto, que é minha, tirada no pôr-do-sol da Praia de Icarai.
Sim, o crepúsculo vespertino... as luzes acendiam-se nos automóveis, um ar diferente inundava a cidade. Sentei-me nos degraus do cais em silêncio. Inesquecível momento.

RIO DE JANEIRO RUBRO-NEGRO


01 dezembro 2007

EDUCAÇÃO

... Onde se conclui que a família também não está exercendo seu papel, então a escola ocupa esse espaço e os dois se afastam um pouco de suas responsabilidades específicas, e fica a criança prejudicada na educação e no saber, certo?

E na educação?Será que vamos chegar junto?

O Povo - 30/11/2007 01:32

O atual modelo de ensino está falido e parte dessa situação deve-se ao fato de a escola ter se aproximado tanto do estilo de vida familiar que acabou adotando um modo administrativo leigo, em detrimento de condutas educacionais profissionais, baseadas em teorias e metodologias. Foi o que declarou em São Paulo a psicóloga e consultora em educação Rosely Sayão.

Para ela, "qualquer coisa" é melhor do que a escola formal de hoje. "Pior que está não fica. É preciso encontrar alternativas ao ensino falido existente em 98% das escolas privadas e públicas".

Para a psicóloga, a aproximação entre escolas e famílias está fazendo com que as crianças tenham um tipo de educação muito parecida. "Os pais estão desnorteados porque as referências educacionais se multiplicaram". Segundo ela, a escola não serve hoje para educar. Nem para educar para vida pública e muito menos para educar para a relação de conhecimento. (da Folhapress)

http://www.opovo.com.br/opovo/brasil/748798.html

29 novembro 2007

ELES AGORA SÓ TOMAM SOPA...


Que tristeza! Mas é brincadeira... Vai ver são essas correrias do dia-a-dia, o café ficou na jarra térmica, copinhos descartáveis de plástico, igual aqueles da copa do trabalho (argh!).
Mas olhe ai no LINK que tem umas histórias de amor...
"Paulo saiu de casa para trabalhar... era um desses dias que não dá vontade de fazer nada. Ele voltou e perguntou a mulher: - Sobrou algum café? - Ela disse que sim. Então eles se sentaram e tomaram um café amigavelmente. E ele disse a ela: - A verdade é que temos tido momentos bem difíceis, mas eu só quero que você saiba o quanto sou feliz no nosso relacionamento, e quanto a amo e gosto de quando estamos juntos um do outro. Leia o resto no link, com som e tudo, é só clicar em cima de "ELES AGORA SÓ TOMAM SOPA", você sabe, vai direto para o site... http://www.starnews2001.com.br/poesias2.html

ELA NÃO QUIS SENTAR NO BANCO E NEM LIGOU PARA A ROSA...



... e ainda disse que eu levasse para o asilo e colocasse na jarrinha em cima da TV de plasta, preto & branco... ou levasse para os amigos de dominó da pracinha. Que maldade!

Vamos voltar!

Ney.

Vamos blogar sim, heheheh

Fazia um tempão que eu não visitava o blog e achei muito bom esse teu novo convite!!!!

Nem sei o que escrever, mas estou aqui a pensar.Isso vale como recomeço?

E POR FALAR EM ROSAS, LUA...

Ninguém melhor que o inesquecível Louis Amstrong.

http://www.youtube.com/watch?v=c5IIXeR5OUI

O ORVALHO E A ROSA


O orvalho e a rosa

Em noites frias, agraciadas pelo luar,
Pode-se presenciar a eternidade de um amor.
Num jardim silencioso,
Uma rosa aguarda por seu amante.

Amante que vem do céu,
seduzido pelo perfume da rosa,
deixa-se cair, em gotas cristalinas, sobre seu corpo
e escorrer lentamente por suas pétalas.

A lua, que tudo observa,
intensifica sua luz prateada
na intenção de perpetuar este amor.
No amanhecer, os raios de sol que iniciam o dia,
findam o namoro dos amantes.

A rosa, aguardará por seu amante,
que retornará em outras noites.
Mas um dia, ela, murchará,
perderá seu perfume.

Dela, somente as sementes
e o amor de seu eterno amante restarão.

O amante fiel voltará a procura de sua rosa.
Sem encontrá-la cairá ao chão,
ali padecerá em saudades,
alimentando os filhos do amor.

Neste jardim, filhas deste amor,
outras rosas nascerão.
Assim, em noites frias de luar,
pode-se presenciar a eternidade do amor
do orvalho com a rosa,
como um desejo da lua.
(Desconheço o autor - do blog desejos & paixões).

Eu estou aqui óóóóóóó

CLICADA DIGITAL

Beleza! O meu filho trouxe lá dos EUA um câmera digital 6.2.
Vou sair por ai clicando o mundo. Estou só nos testes, aprendendo os recursos... tecnologia não falta, agora só depende de mim.
Inspiração artística... Cadê você?
APAREÇA!

EM FAMÍLIA...


Adorei a presença de todos...
VALEU!

24 novembro 2007

17 novembro 2007

EU ESTOU AQUI...


I'm here!
Yes, nesse dia eu fui com Jards lá em Arraial do Cabo, na prainha.
Pois é, tenho vindo aqui, mas todo mundo sumiu... Mas continuamos lá no MSN. É assim mesmo. Quem sabe um dia a gente CHEGA JUNTO outra vez por aqui?
Ontem eu fui na casa do Jards conhecer o DAVI... um meninão. Parabéns!

10 novembro 2007

DE VOLTA AO BLOG

Puxa! Quanto tempo... a Heli e o Jards sumiram, e eu também.

E o Jards já é papai, nasceu o DAVI...

e quem sumiu foi a Heli...

o Ney também, mas eu voltei e estou aqui...

e cismei de fazer rima com "i", então estou pensando aqui, e vocês pensem ai, de a gente voltar a se encontrar AQUI.